terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Ah!! Diversidades..
Por que é tão difícil respeitar ou lidar com opiniões e pontos de vista diferentes dos nossos?
Respeitar e aceitar com resignação as crenças, atitudes e valores não semelhantes aos nossos, pode tornar-se uma tarefa árdua.
Tendemos a achar que a nossa visão de mundo é a “correta”, quando não há um só correto porque na verdade, todos estão na vida nas mesmas condições: sem manual de instrução e sem conhecimento da verdade absoluta! Então, nada mais fazemos do que tatear por mundos desconhecidos tentando achar um lugar, um nicho ao qual caibamos.
Cada um constrói baseado nas experiências pelas quais passamos ao longo da vida, o seu conjunto privado de “verdades” decorrente dos resultados de nossas ações, reações e das situações que a vida nos apresenta.. E logicamente adicionado a educação familiar e religiosa que recebemos.
É por este motivo talvez que tenhamos dificuldade em aceitar verdadeiramente (sem o julgamento interno, e muitas vezes até uma silenciosa condenação) as opiniões divergentes das nossas.
Não estamos na pele do outro, não calçamos seu sapato para saber onde o calo apertou ou ainda aperta. Temos dificuldade de colocar-nos no lugar de outro e olhá-lo com compaixão.
Na maioria das vezes, o instinto primário é a disputa de poder. Querer fazer valer o que você pensa, provar que sua idéia é a acertada e convencer as pessoas de algo que só pertence a você.
Seus valores são uma conquista sua! Podemos partilhar quando perguntados, e talvez apontar uma nova direção para a pessoa que nos questionou, mas não devemos tentar doutrinar ninguém, pois é pura invasão de espaço.
É por isso que não considero uma tarefa fácil, “aceitar” sem restrição, sem o diálogo interno discordando...
A idéia, é trazer às claras padrões de comportamento automáticos, mecânicos e quase sempre inconscientes que podemos mudar dando-nos conta de que eles existem.. Afinal, só temos chance de modificar algo se soubermos da existência de tal.
Sendo assim, fica aqui o lembrete!
Respeitar e aceitar com resignação as crenças, atitudes e valores não semelhantes aos nossos, pode tornar-se uma tarefa árdua.
Tendemos a achar que a nossa visão de mundo é a “correta”, quando não há um só correto porque na verdade, todos estão na vida nas mesmas condições: sem manual de instrução e sem conhecimento da verdade absoluta! Então, nada mais fazemos do que tatear por mundos desconhecidos tentando achar um lugar, um nicho ao qual caibamos.
Cada um constrói baseado nas experiências pelas quais passamos ao longo da vida, o seu conjunto privado de “verdades” decorrente dos resultados de nossas ações, reações e das situações que a vida nos apresenta.. E logicamente adicionado a educação familiar e religiosa que recebemos.
É por este motivo talvez que tenhamos dificuldade em aceitar verdadeiramente (sem o julgamento interno, e muitas vezes até uma silenciosa condenação) as opiniões divergentes das nossas.
Não estamos na pele do outro, não calçamos seu sapato para saber onde o calo apertou ou ainda aperta. Temos dificuldade de colocar-nos no lugar de outro e olhá-lo com compaixão.
Na maioria das vezes, o instinto primário é a disputa de poder. Querer fazer valer o que você pensa, provar que sua idéia é a acertada e convencer as pessoas de algo que só pertence a você.
Seus valores são uma conquista sua! Podemos partilhar quando perguntados, e talvez apontar uma nova direção para a pessoa que nos questionou, mas não devemos tentar doutrinar ninguém, pois é pura invasão de espaço.
É por isso que não considero uma tarefa fácil, “aceitar” sem restrição, sem o diálogo interno discordando...
A idéia, é trazer às claras padrões de comportamento automáticos, mecânicos e quase sempre inconscientes que podemos mudar dando-nos conta de que eles existem.. Afinal, só temos chance de modificar algo se soubermos da existência de tal.
Sendo assim, fica aqui o lembrete!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Apaixonada...
Estou apaixonada!
A vida fica mais viva, colorida e tem mais sentido..
Estou apaixonada! No sentido mais amplo da palavra.. maravilhada, extasiada, entregue a esta sensação..
Estou apaixonada! Pela vida e pelas belezas que tenho percebido e antes não observava ou não dava tanta atenção..
Estou apaixonada! Pelo presente que é a Natureza e pela abundância, mas que na correria do dia a dia, não desfrutamos..
Estou apaixonada! Pela sincronicidade da vida.. que cada dia mais me presenteia, trazendo à mim ou me movendo para mais perto do que almejo..
Estou apaixonada! Pela maneira como a vida me traz pessoas interessantes e ligadas a meus propósitos..
Estou apaixonada! Pela magia da vida!!!
Estou apaixonada! Por mim mesma! Pela pessoa que sou e que estou me tornando..
Estou apaixonada!!! Pela minha constante transformação..
Estou apaixonada! Pelas minhas descobertas perante a infinitude e plenitude da vida, pela Unidade com a mesma.
Estou apaixonada! Pelas minhas divagações, questionamentos e mesmo minhas neuroses.. pois são elas que me permitem ir mais a fundo dentro de mim mesma e encontrar minhas próprias respostas..
Estou apaixonada! Pela minha fome interior, meus anseios, minhas inquietações.. elas me movem em direção ao novo e assim vou trilhando caminhos desconhecidos e descobrindo fatos reveladores que me permitem enxergar um pouco mais a “minha verdade”..
Estou apaixonada! Pelas descobertas.. de todos os tipos.. do quanto não sabemos sobre a vida e sobre nós mesmos.. do quanto temos a aprender..
Estou apaixonada! Pelo fascínio que é o auto-conhecimento, e a busca da espiritualidade..
E sou muito feliz, por conseguir sentir desta maneira mesmo diante de provações.. e não desistir nem desanimar.. mas seguir em frente vendo a beleza de tudo isso e tirando maior proveito dessa escola que é o Viver!!
A vida fica mais viva, colorida e tem mais sentido..
Estou apaixonada! No sentido mais amplo da palavra.. maravilhada, extasiada, entregue a esta sensação..
Estou apaixonada! Pela vida e pelas belezas que tenho percebido e antes não observava ou não dava tanta atenção..
Estou apaixonada! Pelo presente que é a Natureza e pela abundância, mas que na correria do dia a dia, não desfrutamos..
Estou apaixonada! Pela sincronicidade da vida.. que cada dia mais me presenteia, trazendo à mim ou me movendo para mais perto do que almejo..
Estou apaixonada! Pela maneira como a vida me traz pessoas interessantes e ligadas a meus propósitos..
Estou apaixonada! Pela magia da vida!!!
Estou apaixonada! Por mim mesma! Pela pessoa que sou e que estou me tornando..
Estou apaixonada!!! Pela minha constante transformação..
Estou apaixonada! Pelas minhas descobertas perante a infinitude e plenitude da vida, pela Unidade com a mesma.
Estou apaixonada! Pelas minhas divagações, questionamentos e mesmo minhas neuroses.. pois são elas que me permitem ir mais a fundo dentro de mim mesma e encontrar minhas próprias respostas..
Estou apaixonada! Pela minha fome interior, meus anseios, minhas inquietações.. elas me movem em direção ao novo e assim vou trilhando caminhos desconhecidos e descobrindo fatos reveladores que me permitem enxergar um pouco mais a “minha verdade”..
Estou apaixonada! Pelas descobertas.. de todos os tipos.. do quanto não sabemos sobre a vida e sobre nós mesmos.. do quanto temos a aprender..
Estou apaixonada! Pelo fascínio que é o auto-conhecimento, e a busca da espiritualidade..
E sou muito feliz, por conseguir sentir desta maneira mesmo diante de provações.. e não desistir nem desanimar.. mas seguir em frente vendo a beleza de tudo isso e tirando maior proveito dessa escola que é o Viver!!
sábado, 6 de novembro de 2010
O Desfrute do Não Saber!
Sempre que nos embrenhamos numa nova jornada, não temos idéia do porvir.. Vamos tateando em um novo rumo, descobrindo se ele é ou não nosso caminho, ou se poderá vir a ser.. Só que neste momento, simplesmente desconhecemos..
Essa sensação muitas vezes para muitas pessoas pode gerar uma ansiedade infinita.. A indecisão (ir em frente ou não? Investir ou não?), o risco (aposto minha energia e meu tempo?), a indefinição (saber se vai alcançar o resultado pretendido).. Muitos “se” e nenhuma “afirmação”...
Ao mesmo tempo, se conseguirmos mudar o olhar diante destes fatos, poderemos ver a beleza de uma nova fase, de um novo projeto, do desenvolvimento de algo que decididamente não sabemos o resultado final, mas que seguramente daremos nosso melhor para alcançá-lo, e que nem sempre o sucesso da empreitada está em nossas mãos porque existem mil fatores coadjuvantes.
Porém, o sabor do aprendizado, o brilho de novas tentativas, a emoção de se desvencilhar de padrões limitadores e ter coragem de tentar, de inovar.. A certeza de uma transformação interior, de uma evolução como um ser.. Em contrapartida aos medos do incerto, dão a força necessária para marcharmos em direção a este novo mundo.. Com maior segurança e tirando proveito de todas as fases do processo.. Curtindo as etapas uma a uma sem pressa de saber o final.. Refletindo sobre os erros e acertos.. Sonhando com o objetivo que se almeja, fazendo planos e colocando-os em prática para conseguir atingi-lo..
Enfim, estar de olhos abertos e de mente limpa, sem idéias pré-concebidas para perceber as nuances de uma nova etapa.. E reconhecer que mesmo que não se chegue ao resultado esperado, não foi perda de tempo, mas sim experiência adquirida!
Essa sensação muitas vezes para muitas pessoas pode gerar uma ansiedade infinita.. A indecisão (ir em frente ou não? Investir ou não?), o risco (aposto minha energia e meu tempo?), a indefinição (saber se vai alcançar o resultado pretendido).. Muitos “se” e nenhuma “afirmação”...
Ao mesmo tempo, se conseguirmos mudar o olhar diante destes fatos, poderemos ver a beleza de uma nova fase, de um novo projeto, do desenvolvimento de algo que decididamente não sabemos o resultado final, mas que seguramente daremos nosso melhor para alcançá-lo, e que nem sempre o sucesso da empreitada está em nossas mãos porque existem mil fatores coadjuvantes.
Porém, o sabor do aprendizado, o brilho de novas tentativas, a emoção de se desvencilhar de padrões limitadores e ter coragem de tentar, de inovar.. A certeza de uma transformação interior, de uma evolução como um ser.. Em contrapartida aos medos do incerto, dão a força necessária para marcharmos em direção a este novo mundo.. Com maior segurança e tirando proveito de todas as fases do processo.. Curtindo as etapas uma a uma sem pressa de saber o final.. Refletindo sobre os erros e acertos.. Sonhando com o objetivo que se almeja, fazendo planos e colocando-os em prática para conseguir atingi-lo..
Enfim, estar de olhos abertos e de mente limpa, sem idéias pré-concebidas para perceber as nuances de uma nova etapa.. E reconhecer que mesmo que não se chegue ao resultado esperado, não foi perda de tempo, mas sim experiência adquirida!
domingo, 3 de outubro de 2010
Sou aquela!!
Sou aquela que se encanta com os pormenores da vida, com a beleza das flores, com o calor e o brilho do Sol...
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Sentir por sentir !
Este tal de “sentir” muitas vezes se torna uma complicação em nossas vidas.. pelo menos para quem em uma análise mais profunda, não se permite sentir o que está sentindo..
Parece até estranho ouvir isso, mas é algo que acontece..
A confusão entre coração e mente é mais freqüente do que imaginamos.. Quando sentimos algo que não está de acordo com algum padrão mental convencionado, sem dó nem piedade começamos um martírio solitário..
Nos cobramos por sentir o que não queremos, e não sentir o que achamos que devemos..
Infelizmente ou felizmente não comandamos nossos sentimentos, por mais que tentemos.. Vontade não se fabrica.. Estamos à mercê de coisas que não entendemos de onde vem e nem por que.. Seria uma sabedoria intrínseca e nata que desconhecemos?
Que talvez saiba para onde devamos ir e nos leva de alguma forma para o nosso caminho através dos sentimentos, quando estamos tão obscurecidos pelas distrações que não nos ouvimos? E sem a interferência da nossa mente que, muitas vezes insana, nos atrapalha, lendo só o que está claro em sua frente.. Ou mais que isso, analisa e toma decisões baseado somente em crenças aprendidas, sem ver mais além... além do que os olhos podem enxergar..
Por que lutamos tanto? Lutamos contra nossos próprios sentimentos e vontades.. Por crer que “deveríamos” almejar outras coisas.. e não as que almejamos..
Quando pararemos de nos cobrar? Quando aceitaremos nossa condição de seres individuais que tem histórias completamente diferentes de outros e que cada um é um, com plano de vida intransferível?
Quem sabe, a partir deste momento, e quando passarmos a nos conhecer melhor, nos daremos conta que nada está errado na vida.. Mesmo o que parece momentaneamente estar.. Tudo o que nos acontece, sempre é para nosso crescimento e aprendizado, mas receio que só enxergue isso quem está atento..
Atento aos ensinamentos da vida, aberto ao aprendizado e mais que tudo, atento a si mesmo!
Parece até estranho ouvir isso, mas é algo que acontece..
A confusão entre coração e mente é mais freqüente do que imaginamos.. Quando sentimos algo que não está de acordo com algum padrão mental convencionado, sem dó nem piedade começamos um martírio solitário..
Nos cobramos por sentir o que não queremos, e não sentir o que achamos que devemos..
Infelizmente ou felizmente não comandamos nossos sentimentos, por mais que tentemos.. Vontade não se fabrica.. Estamos à mercê de coisas que não entendemos de onde vem e nem por que.. Seria uma sabedoria intrínseca e nata que desconhecemos?
Que talvez saiba para onde devamos ir e nos leva de alguma forma para o nosso caminho através dos sentimentos, quando estamos tão obscurecidos pelas distrações que não nos ouvimos? E sem a interferência da nossa mente que, muitas vezes insana, nos atrapalha, lendo só o que está claro em sua frente.. Ou mais que isso, analisa e toma decisões baseado somente em crenças aprendidas, sem ver mais além... além do que os olhos podem enxergar..
Por que lutamos tanto? Lutamos contra nossos próprios sentimentos e vontades.. Por crer que “deveríamos” almejar outras coisas.. e não as que almejamos..
Quando pararemos de nos cobrar? Quando aceitaremos nossa condição de seres individuais que tem histórias completamente diferentes de outros e que cada um é um, com plano de vida intransferível?
Quem sabe, a partir deste momento, e quando passarmos a nos conhecer melhor, nos daremos conta que nada está errado na vida.. Mesmo o que parece momentaneamente estar.. Tudo o que nos acontece, sempre é para nosso crescimento e aprendizado, mas receio que só enxergue isso quem está atento..
Atento aos ensinamentos da vida, aberto ao aprendizado e mais que tudo, atento a si mesmo!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Em nome do Amor ou do Conforto?
Em nome de que as pessoas continuam vivendo uma vida que não querem? Que não as satisfaz mais?
Essa pergunta tira meu sossego e acredito que não somente meu.
A maioria das pessoas costuma dizer que em nome da família, ou do amor ou qualquer outra desculpa que lhes vier à mente para justificar a falta de coragem de reavaliar suas vidas. Mas penso que é mais simples que isso.
Não seria em nome do conforto? Mas não considere só conforto material, mas também conforto emocional, ou melhor, falsa sensação de conforto emocional momentâneo, porque em longo prazo, o preço da não reavaliação ou não ação pode não ser mensurável.
Suas vidas podem ser devastadas, por se tornarem vazias, sem um propósito maior, algo que lhes satisfaça, perdem o gosto pelas coisas, perdem a vida.
Mas parece que ninguém se dá conta deste fato, ou ficam confusas brigando para não aceitar a realidade, ou ainda não é motivo suficiente para entrarem em contato com suas reais necessidades, porque de alguma maneira, acreditam que estão na vida certa, como “deve ser”. De alguma maneira, crêem que deveriam estar satisfeitos com tudo o que tem, mas não estão. E culpam-se por isso. E manter-se nisso, é até uma espécie de punição por achar que nunca estão contentes com o que lhes deveria fazer felizes. Alguns têm tudo o que é considerado suficiente ou até muito mais que suficiente para sentirem-se plenos, mas não é bem assim que a vida acontece.. antes fosse.
Não existe uma fórmula pronta ou comprável para se obter o que se precisa para sermos felizes, nos sentirmos realizados.. a não ser a construção diária disso por parte de cada um.. é aí que mora nosso aprendizado, nossa evolução como ser humano.
Mas como não recebemos da vida um manual de explicação e instrução quando nascemos, e a menos que alguém nos ensine muito claramente isso (o que é bem difícil acontecer), temos que descobrir sozinhos ao longo do caminho (às vezes percorrendo caminhos errados, às vezes acertando) que a vida que queremos, que nos preenche, depende tão somente de a construirmos. E que essa parte não é exatamente fácil ou indolor, mas que vale muito a pena, pois ela será do nosso tamanho.. do tamanho de nossas convicções, da nossa clareza de visão da vida, de nossa coragem, de nossos valores, da nossa capacidade de ir em busca de nós mesmos, da nossa persistência e de nosso poder de realização.
E acaba tornando-se uma eterna escolha... levar uma vida confortável ou construir uma vida realizada e feliz!
Essa pergunta tira meu sossego e acredito que não somente meu.
A maioria das pessoas costuma dizer que em nome da família, ou do amor ou qualquer outra desculpa que lhes vier à mente para justificar a falta de coragem de reavaliar suas vidas. Mas penso que é mais simples que isso.
Não seria em nome do conforto? Mas não considere só conforto material, mas também conforto emocional, ou melhor, falsa sensação de conforto emocional momentâneo, porque em longo prazo, o preço da não reavaliação ou não ação pode não ser mensurável.
Suas vidas podem ser devastadas, por se tornarem vazias, sem um propósito maior, algo que lhes satisfaça, perdem o gosto pelas coisas, perdem a vida.
Mas parece que ninguém se dá conta deste fato, ou ficam confusas brigando para não aceitar a realidade, ou ainda não é motivo suficiente para entrarem em contato com suas reais necessidades, porque de alguma maneira, acreditam que estão na vida certa, como “deve ser”. De alguma maneira, crêem que deveriam estar satisfeitos com tudo o que tem, mas não estão. E culpam-se por isso. E manter-se nisso, é até uma espécie de punição por achar que nunca estão contentes com o que lhes deveria fazer felizes. Alguns têm tudo o que é considerado suficiente ou até muito mais que suficiente para sentirem-se plenos, mas não é bem assim que a vida acontece.. antes fosse.
Não existe uma fórmula pronta ou comprável para se obter o que se precisa para sermos felizes, nos sentirmos realizados.. a não ser a construção diária disso por parte de cada um.. é aí que mora nosso aprendizado, nossa evolução como ser humano.
Mas como não recebemos da vida um manual de explicação e instrução quando nascemos, e a menos que alguém nos ensine muito claramente isso (o que é bem difícil acontecer), temos que descobrir sozinhos ao longo do caminho (às vezes percorrendo caminhos errados, às vezes acertando) que a vida que queremos, que nos preenche, depende tão somente de a construirmos. E que essa parte não é exatamente fácil ou indolor, mas que vale muito a pena, pois ela será do nosso tamanho.. do tamanho de nossas convicções, da nossa clareza de visão da vida, de nossa coragem, de nossos valores, da nossa capacidade de ir em busca de nós mesmos, da nossa persistência e de nosso poder de realização.
E acaba tornando-se uma eterna escolha... levar uma vida confortável ou construir uma vida realizada e feliz!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Busca
A busca eterna, é a busca de si mesmo!
Quando se pensa em “Busca” acreditamos que tenha algo no final ao qual vamos alcançar... mas aprendemos com as experiências da vida, que provavelmente não há uma recompensa na chegada.. talvez porque não haja chegada a lugar algum, a não ser dentro de nós mesmos..
A busca essencial, é a busca de si mesmo!
Descobrir-se , conhecer-se, entender-se, aceitar-se inteiramente – tanto nossa luz quanto a escuridão - sem querer escondê-la por achar que não deveria existir.. mas acolhê-la, pois quando é aceita começa a iluminar-se..
Perdemo-nos muitas vezes nessa caminhada, buscando alguma resposta, sem questionar-nos a fundo sobre a pergunta.. O que queremos obter? E onde podemos encontrar? Não estaríamos procurando no local errado? Talvez fora, externamente quando a verdade só pode estar dentro? Com uma velocidade não própria, que o mundo nos impõe, quando nossa alma requer calma e tempo para ser desvendada?
Estaremos dispostos a pagar o preço dessa investigação?
A busca real, é a busca de si mesmo!
Desfazer-se de todo conteúdo adquirido e nascer de si mesmo.. tornar-se uma pessoa com valores próprios.. e únicos.. baseado em suas experiências e conceitos e não alheios.. reinventar-se..
A transgressão é fundamental nesta fase, sem ela não alcançamos novos patamares, não voamos em céus desconhecidos..
A transgressão é que nos move.. nos transforma e nos faz crescer.
Confrontar-se, às vezes é necessário.. Superar-se é imprescindível.
Quando se pensa em “Busca” acreditamos que tenha algo no final ao qual vamos alcançar... mas aprendemos com as experiências da vida, que provavelmente não há uma recompensa na chegada.. talvez porque não haja chegada a lugar algum, a não ser dentro de nós mesmos..
A busca essencial, é a busca de si mesmo!
Descobrir-se , conhecer-se, entender-se, aceitar-se inteiramente – tanto nossa luz quanto a escuridão - sem querer escondê-la por achar que não deveria existir.. mas acolhê-la, pois quando é aceita começa a iluminar-se..
Perdemo-nos muitas vezes nessa caminhada, buscando alguma resposta, sem questionar-nos a fundo sobre a pergunta.. O que queremos obter? E onde podemos encontrar? Não estaríamos procurando no local errado? Talvez fora, externamente quando a verdade só pode estar dentro? Com uma velocidade não própria, que o mundo nos impõe, quando nossa alma requer calma e tempo para ser desvendada?
Estaremos dispostos a pagar o preço dessa investigação?
A busca real, é a busca de si mesmo!
Desfazer-se de todo conteúdo adquirido e nascer de si mesmo.. tornar-se uma pessoa com valores próprios.. e únicos.. baseado em suas experiências e conceitos e não alheios.. reinventar-se..
A transgressão é fundamental nesta fase, sem ela não alcançamos novos patamares, não voamos em céus desconhecidos..
A transgressão é que nos move.. nos transforma e nos faz crescer.
Confrontar-se, às vezes é necessário.. Superar-se é imprescindível.
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