quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Áureos tempos de cegueira!
Quanto mais o tempo passa, mais aprendo que não sei nada sobre a vida.. E sobre mim..
Pensando retroativamente nos “áureos” tempos, anterior a consciência, chego a ter ímpetos de riso.. Áureos porque eu não tinha noção do que viria pela frente e do quanto eu teria que crescer como pessoa.
Obviamente não troco a visão pela ignorância, mas ah!! Até que é bom não sabermos o que se passa fora do nosso mundinho. Enquanto gira só ali ao nosso redor, não dói tanto. O problema consiste em quando ampliamos nossos horizontes e não podemos mais fazer de conta que não vislumbramos a amplitude do Universo.
A partir deste momento, sinto muito em relatar, mas não tem mais jeito mesmo. Sua vida mudará para sempre! Uma mudança radical para quem tem a coragem da entrega. Ou senão, ficará perambulando por entre estes dois mundos eternamente, e essa situação se tornará extremamente desagradável, dolorosa, e por fim, insustentável.
Pois não se consegue levar a vida mais da mesma maneira, de modo tão obtuso, sem um esforço muito grande. E esse esforço acaba esgotando as energias de quem tenta.
Bem, mas voltando a minha história. Antes eu imaginava que não haveria muita coisa que eu precisasse mudar em mim. Algumas características talvez fossem me melhorar, mas nada muito distante do meu “eu” condicionado. Mal sabia o que tinha por vir.
Eu pensava desta maneira porque era uma pessoa que sempre fazia tudo certinho. Era “politicamente correta”. Só falava o que os outros queriam ouvir, só fazia o que os outros esperavam que eu fizesse. Tudo de acordo, como manda o figurino.
Mas que chatice!
Não imaginava que meus condicionamentos eram meus limitantes. Na verdade nem sabia que eram condicionamentos, achava que aquilo tudo era uma realidade. Que a vida era para ser assim, assim era o certo. Então, não poderia fugir disso, nem cogitava a hipótese.
Ainda tenho vontade de rir...
Chega a ser patético!
Se eu soubesse que a vida poderia ser muito mais colorida do que meus olhos enxergavam!
Se eu soubesse que nem tudo precisa ser tão perfeito!
Se eu soubesse que não preciso ter uma razão lógica para todas minhas atitudes!
Se eu soubesse que não precisaria levar tudo tão a sério e poderia colocar mais graça nas situações difíceis!
Se eu soubesse... de tanta coisa antes!!
Teria sido bem mais interessante minha vida até aqui, mais leve.
Mas a grande questão é que finalmente eu descobri, e não importa em que ponto da minha vida. Porque sempre é tempo!
Não interessa em que momento de sua jornada você se dá conta. O que vale é não ignorar o chamado e partir imediatamente para a busca.
Que sirva como alerta! Quisera eu, que alguém houvesse me avisado antes... ou talvez tenham até tentado, mas eu ainda não tinha olhos para enxergar...
Pensando retroativamente nos “áureos” tempos, anterior a consciência, chego a ter ímpetos de riso.. Áureos porque eu não tinha noção do que viria pela frente e do quanto eu teria que crescer como pessoa.
Obviamente não troco a visão pela ignorância, mas ah!! Até que é bom não sabermos o que se passa fora do nosso mundinho. Enquanto gira só ali ao nosso redor, não dói tanto. O problema consiste em quando ampliamos nossos horizontes e não podemos mais fazer de conta que não vislumbramos a amplitude do Universo.
A partir deste momento, sinto muito em relatar, mas não tem mais jeito mesmo. Sua vida mudará para sempre! Uma mudança radical para quem tem a coragem da entrega. Ou senão, ficará perambulando por entre estes dois mundos eternamente, e essa situação se tornará extremamente desagradável, dolorosa, e por fim, insustentável.
Pois não se consegue levar a vida mais da mesma maneira, de modo tão obtuso, sem um esforço muito grande. E esse esforço acaba esgotando as energias de quem tenta.
Bem, mas voltando a minha história. Antes eu imaginava que não haveria muita coisa que eu precisasse mudar em mim. Algumas características talvez fossem me melhorar, mas nada muito distante do meu “eu” condicionado. Mal sabia o que tinha por vir.
Eu pensava desta maneira porque era uma pessoa que sempre fazia tudo certinho. Era “politicamente correta”. Só falava o que os outros queriam ouvir, só fazia o que os outros esperavam que eu fizesse. Tudo de acordo, como manda o figurino.
Mas que chatice!
Não imaginava que meus condicionamentos eram meus limitantes. Na verdade nem sabia que eram condicionamentos, achava que aquilo tudo era uma realidade. Que a vida era para ser assim, assim era o certo. Então, não poderia fugir disso, nem cogitava a hipótese.
Ainda tenho vontade de rir...
Chega a ser patético!
Se eu soubesse que a vida poderia ser muito mais colorida do que meus olhos enxergavam!
Se eu soubesse que nem tudo precisa ser tão perfeito!
Se eu soubesse que não preciso ter uma razão lógica para todas minhas atitudes!
Se eu soubesse que não precisaria levar tudo tão a sério e poderia colocar mais graça nas situações difíceis!
Se eu soubesse... de tanta coisa antes!!
Teria sido bem mais interessante minha vida até aqui, mais leve.
Mas a grande questão é que finalmente eu descobri, e não importa em que ponto da minha vida. Porque sempre é tempo!
Não interessa em que momento de sua jornada você se dá conta. O que vale é não ignorar o chamado e partir imediatamente para a busca.
Que sirva como alerta! Quisera eu, que alguém houvesse me avisado antes... ou talvez tenham até tentado, mas eu ainda não tinha olhos para enxergar...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O dom da paciência!
Sempre ouvi a frase “a paciência é a chave da alegria”, mas não entendia em sua totalidade o que ela significava.
Questionava-me o que poderia mudar com este dito tempo, em que só a paciência seria nossa companheira.
Mas realmente através dele, do tempo, aprendi algumas coisas. Por exemplo, que ela, a paciência, nos impede de fazer besteiras prematuras, no calor de um momento.
Em muitas ocasiões nos apressamos em resolver algo, quando não temos todos os elementos em nosso campo de visão. Então, o certo a fazer, é esperar que tudo se clareie.
Só que a outra face desta mesma moeda, é conseguir esperar as coisas acontecerem no seu devido tempo. Diversas vezes queremos que tudo aconteça para ontem. E aí entra o outro jargão: “O apressado come cru”.
Refletindo sobre este tema, tive que rir de mim mesma e foi o que me levou a começar este artigo.
Perdida em meus pensamentos, me peguei ponderando: quanto tempo será que vou levar para aprender a ser paciente?
E imediatamente me dei conta do absurdo que estava acontecendo. Pelo menos isso!!
Doce ingenuidade!
A ansiedade pode ser algo tão enraizada, que se não colocarmos atenção contínua nos pequenos pensamentos, detalhes nos passam despercebidos e ainda vamos em frente achando que estamos no caminho certo.
Que estamos seguindo nosso objetivo sem darmo-nos conta de que estamos na contramão.
Se simplesmente permitirmos embarcar em qualquer coisa que nos cruze o pensamento, sem fazermos uma análise do que passa pela nossa cabeça, continuaremos nessa rodaviva sem perceber.
Por isso é tão importante estar conectado com seu propósito para conseguir corrigir a tempo um desvio na rota.
E além de tudo, precisamos novamente da paciência. Mas desta vez, é para conosco mesmo.. Pois nem sempre conseguimos um resultado brilhante em curto tempo, isso pode ser uma lição para a vida toda!
Questionava-me o que poderia mudar com este dito tempo, em que só a paciência seria nossa companheira.
Mas realmente através dele, do tempo, aprendi algumas coisas. Por exemplo, que ela, a paciência, nos impede de fazer besteiras prematuras, no calor de um momento.
Em muitas ocasiões nos apressamos em resolver algo, quando não temos todos os elementos em nosso campo de visão. Então, o certo a fazer, é esperar que tudo se clareie.
Só que a outra face desta mesma moeda, é conseguir esperar as coisas acontecerem no seu devido tempo. Diversas vezes queremos que tudo aconteça para ontem. E aí entra o outro jargão: “O apressado come cru”.
Refletindo sobre este tema, tive que rir de mim mesma e foi o que me levou a começar este artigo.
Perdida em meus pensamentos, me peguei ponderando: quanto tempo será que vou levar para aprender a ser paciente?
E imediatamente me dei conta do absurdo que estava acontecendo. Pelo menos isso!!
Doce ingenuidade!
A ansiedade pode ser algo tão enraizada, que se não colocarmos atenção contínua nos pequenos pensamentos, detalhes nos passam despercebidos e ainda vamos em frente achando que estamos no caminho certo.
Que estamos seguindo nosso objetivo sem darmo-nos conta de que estamos na contramão.
Se simplesmente permitirmos embarcar em qualquer coisa que nos cruze o pensamento, sem fazermos uma análise do que passa pela nossa cabeça, continuaremos nessa rodaviva sem perceber.
Por isso é tão importante estar conectado com seu propósito para conseguir corrigir a tempo um desvio na rota.
E além de tudo, precisamos novamente da paciência. Mas desta vez, é para conosco mesmo.. Pois nem sempre conseguimos um resultado brilhante em curto tempo, isso pode ser uma lição para a vida toda!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Transformar-se!!
Algo curioso tem me chamado a atenção!
Noto que algumas pessoas costumam achar que outra visão de mundo, simplesmente acontece para certos indivíduos..
Como se nada tivessem feito para aquilo.. Ou como se já houvessem nascido assim.. Prontos!!
E segundo o título de um livro de um filósofo brasileiro, Mario Cortella: Não nascemos prontos!!! Construímo-nos ao longo da vida..
O que acontece, é que ninguém tem coragem de ir a fundo em suas próprias questões.. Evitam completamente entrar em si mesmos, e ver o que tem para limpar..porque é exatamente o que dói mais que precisamos mexer. Por isso é tão difícil e exige muita disposição para bancar esta situação.
Não se dispõem a tocar em certas feridas, conceitos, valores.. então se surpreendem com quem consegue ... mas não é a palavra certa.. na verdade pensam que estas pessoas são “sortudas” por terem uma cabeça diferente, uma visão não linear de mundo, por sofrerem menos... como se isso não fosse mérito próprio.. como se não tivessem passado pelo caos, ido ao fundo do poço muitas vezes, como todos os seres humanos.
Como se nunca tivessem encarado seus temores, lutado com eles, travado diversas batalhas durante períodos intermináveis e quase perdido a esperança em vários momentos..como se nunca tivessem negado várias situações até se darem por vencidos... Quando perceberam que a vida sempre ganha.. e precisamos aprender a aceitar e não lutar e nem se revoltar... mas felizes daqueles que conseguem transformar tudo isso em benção.. fazer algo com essas experiências e reinventar suas vidas.. Passam a um outro patamar... Conseguem a não identificação com os acontecimentos.. mas sem deixar de sentir.. só que a vida não tem a mesma carga, o mesmo peso..
Como diz uma máxima de um sábio a um discípulo : ‘Não queira chegar onde cheguei, sem passar pelo que passei..
Esta é a lição que temos que tomar consciência.. Para se chegar a algum lugar, precisamos estar dispostos a enfrentar o pacote completo.. as conseqüências de nossas escolhas e decisões.. ter a coragem de descer até não ter mais para onde ir.. sem isso, não há glória...
Não conseguiremos o bônus sem o ônus.. Não há transformação, sem muito trabalho interno e vale avisar que dura uma vida inteira...
Mas que vale a pena, ah!!! Isso vale..
Noto que algumas pessoas costumam achar que outra visão de mundo, simplesmente acontece para certos indivíduos..
Como se nada tivessem feito para aquilo.. Ou como se já houvessem nascido assim.. Prontos!!
E segundo o título de um livro de um filósofo brasileiro, Mario Cortella: Não nascemos prontos!!! Construímo-nos ao longo da vida..
O que acontece, é que ninguém tem coragem de ir a fundo em suas próprias questões.. Evitam completamente entrar em si mesmos, e ver o que tem para limpar..porque é exatamente o que dói mais que precisamos mexer. Por isso é tão difícil e exige muita disposição para bancar esta situação.
Não se dispõem a tocar em certas feridas, conceitos, valores.. então se surpreendem com quem consegue ... mas não é a palavra certa.. na verdade pensam que estas pessoas são “sortudas” por terem uma cabeça diferente, uma visão não linear de mundo, por sofrerem menos... como se isso não fosse mérito próprio.. como se não tivessem passado pelo caos, ido ao fundo do poço muitas vezes, como todos os seres humanos.
Como se nunca tivessem encarado seus temores, lutado com eles, travado diversas batalhas durante períodos intermináveis e quase perdido a esperança em vários momentos..como se nunca tivessem negado várias situações até se darem por vencidos... Quando perceberam que a vida sempre ganha.. e precisamos aprender a aceitar e não lutar e nem se revoltar... mas felizes daqueles que conseguem transformar tudo isso em benção.. fazer algo com essas experiências e reinventar suas vidas.. Passam a um outro patamar... Conseguem a não identificação com os acontecimentos.. mas sem deixar de sentir.. só que a vida não tem a mesma carga, o mesmo peso..
Como diz uma máxima de um sábio a um discípulo : ‘Não queira chegar onde cheguei, sem passar pelo que passei..
Esta é a lição que temos que tomar consciência.. Para se chegar a algum lugar, precisamos estar dispostos a enfrentar o pacote completo.. as conseqüências de nossas escolhas e decisões.. ter a coragem de descer até não ter mais para onde ir.. sem isso, não há glória...
Não conseguiremos o bônus sem o ônus.. Não há transformação, sem muito trabalho interno e vale avisar que dura uma vida inteira...
Mas que vale a pena, ah!!! Isso vale..
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Respostas para quem está atento!
Alguém neste planeta já não se viu numa encruzilhada e sentou em frente a ela para tentar decidir qual caminho tomar? E se pegou paralisado ali por um longo tempo, com medo de tomar qualquer rumo que fosse?
Mas o que é uma encruzilhada afinal?
É o lugar onde nos encontramos e sentimos que está estreito. É quando percebemos que não cabemos mais nos mesmos moldes. É quando reconhecemos que talvez devamos caminhar em outra direção.
Diante desta situação, podemos ter duas atitudes: ficar parados pensando mentalmente na melhor opção, analisando os riscos, ou, lançar-nos na direção que acreditamos ser a melhor naquele momento, mesmo que não tenha motivos externos para isto. Isto é, ir de acordo com o coração, intuição.
Quando se está pronto emocionalmente, escolhe-se andar rumo ao desconhecido a permanecer enclausurado.
Isso não nos exime da eterna pergunta que todos nos fazemos: será que tomei a decisão mais acertada? Será que não deveria ter ido para o outro lado?
Mas vale dizer, que sempre recebemos sinais que nos ajudarão nas decisões.. sinais claros e diretos.. Só que precisamos estar abertos, com a sensibilidade aflorada para perceber.
Se você for capaz de identificar os sinalizadores, não terá dúvida jamais de que tomou o caminho certo. Pois eles existem, para indicar-nos o rumo. E quem enxerga isso, não se arrepende, pois entende que observou os sinais e interagiu de acordo com eles. Então, não restará dúvida.
Tudo isso só fará sentido para quem vive de acordo com a interação, e não tentando controlar a vida.
Controle faz parte da escravidão, pois na liberdade segue-se o fluxo da vida.
Interação é ser ousado e explorar o que a vida nos traz, mesmo que isso seja totalmente inusitado, novo. É deixar-se levar pelas portas que ela abre, para ver o que tem lá dentro, mesmo sendo desconhecido. Podemos nos surpreender!!
Quem pensa que controla toda sua vida, não entende quando de repente se encontra em um lugar onde não escolheu estar, e sofre, se frustra. E a única maneira de lidarmos com isso sem nos sentirmos completamente perdidos nesta existência, é saber que o curso de nossa vida, não depende única e exclusivamente de nós. Tem algo maior que nos leva a certos caminhos.
Isto se chama “entrega”. Traduz-se como confiança na vida.
Mas o que é uma encruzilhada afinal?
É o lugar onde nos encontramos e sentimos que está estreito. É quando percebemos que não cabemos mais nos mesmos moldes. É quando reconhecemos que talvez devamos caminhar em outra direção.
Diante desta situação, podemos ter duas atitudes: ficar parados pensando mentalmente na melhor opção, analisando os riscos, ou, lançar-nos na direção que acreditamos ser a melhor naquele momento, mesmo que não tenha motivos externos para isto. Isto é, ir de acordo com o coração, intuição.
Quando se está pronto emocionalmente, escolhe-se andar rumo ao desconhecido a permanecer enclausurado.
Isso não nos exime da eterna pergunta que todos nos fazemos: será que tomei a decisão mais acertada? Será que não deveria ter ido para o outro lado?
Mas vale dizer, que sempre recebemos sinais que nos ajudarão nas decisões.. sinais claros e diretos.. Só que precisamos estar abertos, com a sensibilidade aflorada para perceber.
Se você for capaz de identificar os sinalizadores, não terá dúvida jamais de que tomou o caminho certo. Pois eles existem, para indicar-nos o rumo. E quem enxerga isso, não se arrepende, pois entende que observou os sinais e interagiu de acordo com eles. Então, não restará dúvida.
Tudo isso só fará sentido para quem vive de acordo com a interação, e não tentando controlar a vida.
Controle faz parte da escravidão, pois na liberdade segue-se o fluxo da vida.
Interação é ser ousado e explorar o que a vida nos traz, mesmo que isso seja totalmente inusitado, novo. É deixar-se levar pelas portas que ela abre, para ver o que tem lá dentro, mesmo sendo desconhecido. Podemos nos surpreender!!
Quem pensa que controla toda sua vida, não entende quando de repente se encontra em um lugar onde não escolheu estar, e sofre, se frustra. E a única maneira de lidarmos com isso sem nos sentirmos completamente perdidos nesta existência, é saber que o curso de nossa vida, não depende única e exclusivamente de nós. Tem algo maior que nos leva a certos caminhos.
Isto se chama “entrega”. Traduz-se como confiança na vida.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Quero viver!
Quero viver de acordo com o que está dentro de mim, em cada momento da minha vida, mesmo que isso signifique contradições em curtos espaços de tempo...
Quero viver plenamente todas as experiências que a vida me apresentar, sem ter que preocupar-me demais se é o certo ou errado, de acordo com velhos padrões de uma vida que já foi, mas não é mais...
Quero viver podendo desfrutar o sabor do que a vida tem a me oferecer em todas as fases da minha vida, sem julgamento mental, entregando-me totalmente de corpo e alma...
Quero viver de acordo com meu Caminho, cumprindo todas as etapas, compreendendo e aceitando o ônus das escolhas...
Quero viver sabendo que, mesmo que algumas vezes eu não tenha segurança na tomada de algumas decisões, eu não preciso me condenar por cometer algum equívoco, pois quem age está tentando acertar...
Quero viver o maior tempo possível longe da angústia, do medo, e da dúvida, mesmo sabendo que eles fazem parte da vida e de nossa jornada evolutiva, mas que caminhando sempre de acordo com meu coração, a presença deles não será uma constante.
Quero viver para me conhecer intimamente, desvendando todos os meus mistérios mais profundos e ocultos, porque somente desta forma teremos possibilidade de conquistar paz e plenitude interior.
Quero viver sendo eu mesma todos os dias, todas as horas, todos os minutos da minha existência terrena, porque só assim cumprirei minha missão nesta vida.
Quero viver para transformar-me quantas vezes forem necessárias, até que me torne um ser humano de verdade, digno de alcançar outro patamar em minha evolução pessoal.
Quero é viver deliciosamente enquanto for me dada a chance, porque isso todos temos, mas só alguns conseguem aproveitá-la!!
Quero viver plenamente todas as experiências que a vida me apresentar, sem ter que preocupar-me demais se é o certo ou errado, de acordo com velhos padrões de uma vida que já foi, mas não é mais...
Quero viver podendo desfrutar o sabor do que a vida tem a me oferecer em todas as fases da minha vida, sem julgamento mental, entregando-me totalmente de corpo e alma...
Quero viver de acordo com meu Caminho, cumprindo todas as etapas, compreendendo e aceitando o ônus das escolhas...
Quero viver sabendo que, mesmo que algumas vezes eu não tenha segurança na tomada de algumas decisões, eu não preciso me condenar por cometer algum equívoco, pois quem age está tentando acertar...
Quero viver o maior tempo possível longe da angústia, do medo, e da dúvida, mesmo sabendo que eles fazem parte da vida e de nossa jornada evolutiva, mas que caminhando sempre de acordo com meu coração, a presença deles não será uma constante.
Quero viver para me conhecer intimamente, desvendando todos os meus mistérios mais profundos e ocultos, porque somente desta forma teremos possibilidade de conquistar paz e plenitude interior.
Quero viver sendo eu mesma todos os dias, todas as horas, todos os minutos da minha existência terrena, porque só assim cumprirei minha missão nesta vida.
Quero viver para transformar-me quantas vezes forem necessárias, até que me torne um ser humano de verdade, digno de alcançar outro patamar em minha evolução pessoal.
Quero é viver deliciosamente enquanto for me dada a chance, porque isso todos temos, mas só alguns conseguem aproveitá-la!!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Ser diferente incomoda muita gente!
A padronização é que mata a individualidade e criatividade das pessoas. Não dá chance de o indivíduo se descobrir e não abre espaço para deixar brotar o que pode estar só esperando terreno fértil.
A verdade é que com todas estas regras e preconceitos, se torna muito difícil e inconveniente ser diferente. Ou temos que ser muito corajosos para ir contra todos esses preceitos, ou acabamos nos moldando, engolindo tudo que nos empurram para não darmos margem a comentários e pensamentos contrários caso não nos adequemos aos padrões muito sutilmente impostos. Afinal, nada é tão descarado. Agimos como se fossem tempos ultra-modernos onde cada um tem direito de viver da maneira como lhe convier.
Isso não é bem verdade. Há um cobrança invisível e mascarada implícita por parte de todas as pessoas, tornou-se tudo automático. As pessoas não questionam mais nada! Nem a si mesmas e nem as regras. Aceitam tudo como se fosse a única verdade existente. Não deixo de pensar no dia em que se darão conta disso, como se sentirão.
Você até pode seguir todas essas regras, mas desde que pense sobre elas antes, veja se faz sentido para você e aí está tudo bem. Mas não simplesmente porque alguém te condicionou a agir assim.
Triste daqueles que se submetem a somente repetir o que os outros mandam, sem nem lembrar-se de quem são.
Consideram graves os casos dos que não trilham o mesmo caminho, os diferentes. Mas grave é quem se violenta forçando-se a ser igual. Neste ponto é que começa a tal amargura.
Pois quem se mutila para seguir o exemplo do outro, nunca descobrirá a beleza de viver!
A verdade é que com todas estas regras e preconceitos, se torna muito difícil e inconveniente ser diferente. Ou temos que ser muito corajosos para ir contra todos esses preceitos, ou acabamos nos moldando, engolindo tudo que nos empurram para não darmos margem a comentários e pensamentos contrários caso não nos adequemos aos padrões muito sutilmente impostos. Afinal, nada é tão descarado. Agimos como se fossem tempos ultra-modernos onde cada um tem direito de viver da maneira como lhe convier.
Isso não é bem verdade. Há um cobrança invisível e mascarada implícita por parte de todas as pessoas, tornou-se tudo automático. As pessoas não questionam mais nada! Nem a si mesmas e nem as regras. Aceitam tudo como se fosse a única verdade existente. Não deixo de pensar no dia em que se darão conta disso, como se sentirão.
Você até pode seguir todas essas regras, mas desde que pense sobre elas antes, veja se faz sentido para você e aí está tudo bem. Mas não simplesmente porque alguém te condicionou a agir assim.
Triste daqueles que se submetem a somente repetir o que os outros mandam, sem nem lembrar-se de quem são.
Consideram graves os casos dos que não trilham o mesmo caminho, os diferentes. Mas grave é quem se violenta forçando-se a ser igual. Neste ponto é que começa a tal amargura.
Pois quem se mutila para seguir o exemplo do outro, nunca descobrirá a beleza de viver!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Ser feliz dá trabalho!
Não é a toa que as pessoas estão a cada dia mais amargas indiferentes ou resignadas, pois ser feliz dá muito trabalho. Dá trabalho porque geralmente precisamos mexer em muitos aspectos já consolidados, envolve outras pessoas e isso gera um stress imenso.
Aqueles que são mais acomodados preferem deixar tudo como está a ter que começar a um trabalho longo e árduo atrás do que realmente importa em sua vida. E muito provavelmente, nem pensam sobre isso para não se incomodar, afinal é extremamente desconfortável viver uma situação que não o agrada totalmente tendo plena consciência disso. Então neste caso, é preferível nem enxergar.
Na vida tomamos decisões por um destes dois caminhos: ou para sermos felizes ou para evitar o sofrimento.
O caminho correto é a escolha de ser feliz, pois as pessoas ao nosso redor também só conseguirão ser felizes, se também o formos. Precisamos estar em paz conosco para transmitirmos uma boa energia e tranqüilidade.
Mas se decidirmos evitar o sofrimento é praticamente certo que falharemos. Pois por medo de sofrer ou fazer outros sofrerem, deixamos de buscar nossa felicidade e acabamos impedindo outros de encontrarem a sua também.
Tentando calar nossos anseios mais íntimos, vamos afastando-nos de nossos sonhos, e criamos uma realidade separada para não sofrermos demais com a não realização deles. E fato é que a amargura toma conta de nossa alma. Perdemos o entusiasmo. Entusiasmo pela vida!
Ao mesmo tempo temos medo da morte! E não nos damos conta de que estamos nos envenenando aos poucos, pois a amargura é um veneno potentíssimo que dará cabo a nossa vida ou promoverá uma doença que o faça.
O maior problema é a nossa cegueira. Não conseguimos perceber desta forma e continuamos cavando nossa própria cova. Continuamos empurrando com a barriga, tapando nossos olhos e fechando nossos ouvidos a fim de manter a nossa segurança construída tão arduamente. Não aceitamos nada que ameace nossa estrutura, que coloque em risco nosso castelo atrás do qual nos escondemos.
Ressentimos-nos com as pessoas que por algum motivo acordaram para a vida, descobriram que a vida precisa ser vivida, e que topam pagar o preço de viver na insegurança. Só que neste pacote inclui todas as emoções que temos medo de sentir.
Então taxamo-nas de “fora da realidade”, para o fardo ficar um pouco mais leve em nossas costas. Temos que arranjar desculpas para não compreendê-las por pavor de sentir a mesma necessidade, e isto quer dizer, arregaçar as mangas e conviver com um incômodo incessante por longo tempo até que uma nova realidade seja construída.
Mas nem todos querem se sujeitar a isto, mas também pagam um preço alto por esta escolha. Abdicam do sopro da vida, não restando quase nada. Nem vontade de morrer nem vontade de viver..
Aqueles que são mais acomodados preferem deixar tudo como está a ter que começar a um trabalho longo e árduo atrás do que realmente importa em sua vida. E muito provavelmente, nem pensam sobre isso para não se incomodar, afinal é extremamente desconfortável viver uma situação que não o agrada totalmente tendo plena consciência disso. Então neste caso, é preferível nem enxergar.
Na vida tomamos decisões por um destes dois caminhos: ou para sermos felizes ou para evitar o sofrimento.
O caminho correto é a escolha de ser feliz, pois as pessoas ao nosso redor também só conseguirão ser felizes, se também o formos. Precisamos estar em paz conosco para transmitirmos uma boa energia e tranqüilidade.
Mas se decidirmos evitar o sofrimento é praticamente certo que falharemos. Pois por medo de sofrer ou fazer outros sofrerem, deixamos de buscar nossa felicidade e acabamos impedindo outros de encontrarem a sua também.
Tentando calar nossos anseios mais íntimos, vamos afastando-nos de nossos sonhos, e criamos uma realidade separada para não sofrermos demais com a não realização deles. E fato é que a amargura toma conta de nossa alma. Perdemos o entusiasmo. Entusiasmo pela vida!
Ao mesmo tempo temos medo da morte! E não nos damos conta de que estamos nos envenenando aos poucos, pois a amargura é um veneno potentíssimo que dará cabo a nossa vida ou promoverá uma doença que o faça.
O maior problema é a nossa cegueira. Não conseguimos perceber desta forma e continuamos cavando nossa própria cova. Continuamos empurrando com a barriga, tapando nossos olhos e fechando nossos ouvidos a fim de manter a nossa segurança construída tão arduamente. Não aceitamos nada que ameace nossa estrutura, que coloque em risco nosso castelo atrás do qual nos escondemos.
Ressentimos-nos com as pessoas que por algum motivo acordaram para a vida, descobriram que a vida precisa ser vivida, e que topam pagar o preço de viver na insegurança. Só que neste pacote inclui todas as emoções que temos medo de sentir.
Então taxamo-nas de “fora da realidade”, para o fardo ficar um pouco mais leve em nossas costas. Temos que arranjar desculpas para não compreendê-las por pavor de sentir a mesma necessidade, e isto quer dizer, arregaçar as mangas e conviver com um incômodo incessante por longo tempo até que uma nova realidade seja construída.
Mas nem todos querem se sujeitar a isto, mas também pagam um preço alto por esta escolha. Abdicam do sopro da vida, não restando quase nada. Nem vontade de morrer nem vontade de viver..
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