terça-feira, 12 de abril de 2011
Invasão, qual seu limite?
Ultimamente tenho pensado sobre os significados desta palavra... ela tem se mostrado de várias maneiras no cotidiano... me trazendo uma percepção mais aflorada do que possa querer dizer..
Afinal, o que é invasão? Como ela se dá, em um sentido mais amplo?
O conceito de dicionário é fácil, e a princípio só pensamos neste sentido figurado.
“Ultrapassar um limite permitido. Entrar sem permissão onde não se é bem vindo. Entrar a força.”
Mas trazendo para nossas vidas, nosso dia a dia.. como ela se dá?
Ela se dá, quando não construímos muros limitantes em nossas vidas..
Ela se dá, quando o outro entra de alguma forma sem ser convidado.
Pode ser em nossa intimidade, nosso espaço, em um momento nosso de solidão e reflexão, em nossa individualidade, em nossas opiniões a respeito das coisas (quando tentam nos convencer de outro ponto de vista, sem termos solicitado ou termos aberto a discussão o tema), quando tomam uma decisão por nós sem nos perguntar, quando deduzem algo a nosso respeito e tomam como verdade (sem procurar saber a realidade), em suma, quando o nosso parecer e o nosso consentimento sobre as coisas ou situações não é relevante para a outra pessoa.
O respeito pelo outro, parece algo tão fácil, tão comum e que pensamos que a maioria de nós o faz. Dizemos que respeitamos o outro sim!
Mas quando esmiuçamos o verdadeiro significado, percebemos que de várias formas invadimos as pessoas sem notar, e nos damos conta de que nem sempre agimos de acordo com o que temos em mente. Em nosso conceito mental parece que sim, mas quando detalhamos os fatos, nos apercebemos que simplesmente não!
Costumava pensar que o outro tem que saber o limite e não cruzar.. mas nem sempre é assim.. e para cada um o limite é diferente..
O que é invasão e ofensivo para mim, pode não ser para você!
Então, cabe a cada um estabelecer o lugar do seu muro.. e não esperar que o outro saiba onde ele fica..
Isto é um belo exercício de autoconhecimento, pois nos faz refletir sobre nossos valores, quereres, o que é bom para mim ou não, até onde posso ir ou deixar que entrem..
“Se você não se preencher, estará dando chance de o outro te invadir..”
Afinal, o que é invasão? Como ela se dá, em um sentido mais amplo?
O conceito de dicionário é fácil, e a princípio só pensamos neste sentido figurado.
“Ultrapassar um limite permitido. Entrar sem permissão onde não se é bem vindo. Entrar a força.”
Mas trazendo para nossas vidas, nosso dia a dia.. como ela se dá?
Ela se dá, quando não construímos muros limitantes em nossas vidas..
Ela se dá, quando o outro entra de alguma forma sem ser convidado.
Pode ser em nossa intimidade, nosso espaço, em um momento nosso de solidão e reflexão, em nossa individualidade, em nossas opiniões a respeito das coisas (quando tentam nos convencer de outro ponto de vista, sem termos solicitado ou termos aberto a discussão o tema), quando tomam uma decisão por nós sem nos perguntar, quando deduzem algo a nosso respeito e tomam como verdade (sem procurar saber a realidade), em suma, quando o nosso parecer e o nosso consentimento sobre as coisas ou situações não é relevante para a outra pessoa.
O respeito pelo outro, parece algo tão fácil, tão comum e que pensamos que a maioria de nós o faz. Dizemos que respeitamos o outro sim!
Mas quando esmiuçamos o verdadeiro significado, percebemos que de várias formas invadimos as pessoas sem notar, e nos damos conta de que nem sempre agimos de acordo com o que temos em mente. Em nosso conceito mental parece que sim, mas quando detalhamos os fatos, nos apercebemos que simplesmente não!
Costumava pensar que o outro tem que saber o limite e não cruzar.. mas nem sempre é assim.. e para cada um o limite é diferente..
O que é invasão e ofensivo para mim, pode não ser para você!
Então, cabe a cada um estabelecer o lugar do seu muro.. e não esperar que o outro saiba onde ele fica..
Isto é um belo exercício de autoconhecimento, pois nos faz refletir sobre nossos valores, quereres, o que é bom para mim ou não, até onde posso ir ou deixar que entrem..
“Se você não se preencher, estará dando chance de o outro te invadir..”
segunda-feira, 28 de março de 2011
Só o que é real me interessa...
Não quero lorotas, mentiras, suposições.. a vida é feita de FATOS!
E fatos são fatos..
Atitudes me dizem algo!! Palavras não..
Só o que é real me interessa...
Palavras podem ser muito bonitas e ditas a qualquer um, e a todos...
Palavras, são ditas por alguns que costumam “pensar” que outros “gostariam” de ouvir...
Essas, definitivamente não me servem!
Decidi que não me cabe mais perder energia com o que é dispensável em minha vida, com o que não encaixa em meu modelo atual de viver..
Só o que é real me interessa...
Não importa o quanto dure.. nem a dimensão do evento..
O que me importa é a verdade!
E quando se toma esta decisão, a vida corrige o rumo.. a verdade parece submergir das profundezas em qualquer canto.. a vida atende a esta súplica e nos traz de várias formas (nem sempre de uma maneira indolor, mas necessária) situações esclarecedoras..
Nem sempre compreendemos os fatos na hora, mas se afastarmos um pouco o olhar, o que era borrado, começa a tomar forma.. e percebemos claramente a estrada a que esta viela nos levará..
Não sairemos ilesos desta experiência e decisão, mas é extremamente gratificante e libertadora!!
E fatos são fatos..
Atitudes me dizem algo!! Palavras não..
Só o que é real me interessa...
Palavras podem ser muito bonitas e ditas a qualquer um, e a todos...
Palavras, são ditas por alguns que costumam “pensar” que outros “gostariam” de ouvir...
Essas, definitivamente não me servem!
Decidi que não me cabe mais perder energia com o que é dispensável em minha vida, com o que não encaixa em meu modelo atual de viver..
Só o que é real me interessa...
Não importa o quanto dure.. nem a dimensão do evento..
O que me importa é a verdade!
E quando se toma esta decisão, a vida corrige o rumo.. a verdade parece submergir das profundezas em qualquer canto.. a vida atende a esta súplica e nos traz de várias formas (nem sempre de uma maneira indolor, mas necessária) situações esclarecedoras..
Nem sempre compreendemos os fatos na hora, mas se afastarmos um pouco o olhar, o que era borrado, começa a tomar forma.. e percebemos claramente a estrada a que esta viela nos levará..
Não sairemos ilesos desta experiência e decisão, mas é extremamente gratificante e libertadora!!
sábado, 5 de março de 2011
O duro acordar para realidade..
Me parece que, cada dia mais, a verdade chega primeiramente como um sussurro ao longe.. E sem muita demora, ela nos é desvendada..
Implacável!
Bem a nossa frente..
Me pergunto se tem que ser sempre desta forma, ou só até o momento em que aprendemos a lição e ouvimos nossa intuição, nossa voz interior..
Ela nos sinaliza em todas as situações, mas quase sempre tendemos a abafá-la, ou desacreditá-la. Não confiamos em nossos próprios sentimentos preferindo dar mais atenção ao nosso diálogo mental, ou aos nossos quereres..
É muito difícil encará-la quando ela vai em sentido oposto aos nossos desejos, mesmo quando sabemos que os mesmos são superficiais, e não vem do nosso profundo, de nossa verdade..
Nos iludimos, e não queremos ser acordados.. relutamos em enxergar a verdade.. totalmente compreensível, pois com ela vem a dor da decepção, da expectativa não atendida, muitas vezes da rejeição..
Não sei...
Mas ao mesmo tempo, me pego pensando que parece melhor assim.. cara a cara com verdade o quanto antes.. Poupa tempo, energia, angústia, ansiedade e sofrimento inútil..
E nos permite um maior aprendizado.. para os que assim o desejam..
A realidade é o que é, simples assim!!
O difícil é aceitá-la..
Muitas vezes ela vem somente para desmitificar algumas crenças ou ilusões ..
E logo se vai..
O vento passa.. levando apenas fantasia..
E nos resta simplesmente a verdade..
Implacável!
Bem a nossa frente..
Me pergunto se tem que ser sempre desta forma, ou só até o momento em que aprendemos a lição e ouvimos nossa intuição, nossa voz interior..
Ela nos sinaliza em todas as situações, mas quase sempre tendemos a abafá-la, ou desacreditá-la. Não confiamos em nossos próprios sentimentos preferindo dar mais atenção ao nosso diálogo mental, ou aos nossos quereres..
É muito difícil encará-la quando ela vai em sentido oposto aos nossos desejos, mesmo quando sabemos que os mesmos são superficiais, e não vem do nosso profundo, de nossa verdade..
Nos iludimos, e não queremos ser acordados.. relutamos em enxergar a verdade.. totalmente compreensível, pois com ela vem a dor da decepção, da expectativa não atendida, muitas vezes da rejeição..
Não sei...
Mas ao mesmo tempo, me pego pensando que parece melhor assim.. cara a cara com verdade o quanto antes.. Poupa tempo, energia, angústia, ansiedade e sofrimento inútil..
E nos permite um maior aprendizado.. para os que assim o desejam..
A realidade é o que é, simples assim!!
O difícil é aceitá-la..
Muitas vezes ela vem somente para desmitificar algumas crenças ou ilusões ..
E logo se vai..
O vento passa.. levando apenas fantasia..
E nos resta simplesmente a verdade..
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Ah!! Diversidades..
Por que é tão difícil respeitar ou lidar com opiniões e pontos de vista diferentes dos nossos?
Respeitar e aceitar com resignação as crenças, atitudes e valores não semelhantes aos nossos, pode tornar-se uma tarefa árdua.
Tendemos a achar que a nossa visão de mundo é a “correta”, quando não há um só correto porque na verdade, todos estão na vida nas mesmas condições: sem manual de instrução e sem conhecimento da verdade absoluta! Então, nada mais fazemos do que tatear por mundos desconhecidos tentando achar um lugar, um nicho ao qual caibamos.
Cada um constrói baseado nas experiências pelas quais passamos ao longo da vida, o seu conjunto privado de “verdades” decorrente dos resultados de nossas ações, reações e das situações que a vida nos apresenta.. E logicamente adicionado a educação familiar e religiosa que recebemos.
É por este motivo talvez que tenhamos dificuldade em aceitar verdadeiramente (sem o julgamento interno, e muitas vezes até uma silenciosa condenação) as opiniões divergentes das nossas.
Não estamos na pele do outro, não calçamos seu sapato para saber onde o calo apertou ou ainda aperta. Temos dificuldade de colocar-nos no lugar de outro e olhá-lo com compaixão.
Na maioria das vezes, o instinto primário é a disputa de poder. Querer fazer valer o que você pensa, provar que sua idéia é a acertada e convencer as pessoas de algo que só pertence a você.
Seus valores são uma conquista sua! Podemos partilhar quando perguntados, e talvez apontar uma nova direção para a pessoa que nos questionou, mas não devemos tentar doutrinar ninguém, pois é pura invasão de espaço.
É por isso que não considero uma tarefa fácil, “aceitar” sem restrição, sem o diálogo interno discordando...
A idéia, é trazer às claras padrões de comportamento automáticos, mecânicos e quase sempre inconscientes que podemos mudar dando-nos conta de que eles existem.. Afinal, só temos chance de modificar algo se soubermos da existência de tal.
Sendo assim, fica aqui o lembrete!
Respeitar e aceitar com resignação as crenças, atitudes e valores não semelhantes aos nossos, pode tornar-se uma tarefa árdua.
Tendemos a achar que a nossa visão de mundo é a “correta”, quando não há um só correto porque na verdade, todos estão na vida nas mesmas condições: sem manual de instrução e sem conhecimento da verdade absoluta! Então, nada mais fazemos do que tatear por mundos desconhecidos tentando achar um lugar, um nicho ao qual caibamos.
Cada um constrói baseado nas experiências pelas quais passamos ao longo da vida, o seu conjunto privado de “verdades” decorrente dos resultados de nossas ações, reações e das situações que a vida nos apresenta.. E logicamente adicionado a educação familiar e religiosa que recebemos.
É por este motivo talvez que tenhamos dificuldade em aceitar verdadeiramente (sem o julgamento interno, e muitas vezes até uma silenciosa condenação) as opiniões divergentes das nossas.
Não estamos na pele do outro, não calçamos seu sapato para saber onde o calo apertou ou ainda aperta. Temos dificuldade de colocar-nos no lugar de outro e olhá-lo com compaixão.
Na maioria das vezes, o instinto primário é a disputa de poder. Querer fazer valer o que você pensa, provar que sua idéia é a acertada e convencer as pessoas de algo que só pertence a você.
Seus valores são uma conquista sua! Podemos partilhar quando perguntados, e talvez apontar uma nova direção para a pessoa que nos questionou, mas não devemos tentar doutrinar ninguém, pois é pura invasão de espaço.
É por isso que não considero uma tarefa fácil, “aceitar” sem restrição, sem o diálogo interno discordando...
A idéia, é trazer às claras padrões de comportamento automáticos, mecânicos e quase sempre inconscientes que podemos mudar dando-nos conta de que eles existem.. Afinal, só temos chance de modificar algo se soubermos da existência de tal.
Sendo assim, fica aqui o lembrete!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Apaixonada...
Estou apaixonada!
A vida fica mais viva, colorida e tem mais sentido..
Estou apaixonada! No sentido mais amplo da palavra.. maravilhada, extasiada, entregue a esta sensação..
Estou apaixonada! Pela vida e pelas belezas que tenho percebido e antes não observava ou não dava tanta atenção..
Estou apaixonada! Pelo presente que é a Natureza e pela abundância, mas que na correria do dia a dia, não desfrutamos..
Estou apaixonada! Pela sincronicidade da vida.. que cada dia mais me presenteia, trazendo à mim ou me movendo para mais perto do que almejo..
Estou apaixonada! Pela maneira como a vida me traz pessoas interessantes e ligadas a meus propósitos..
Estou apaixonada! Pela magia da vida!!!
Estou apaixonada! Por mim mesma! Pela pessoa que sou e que estou me tornando..
Estou apaixonada!!! Pela minha constante transformação..
Estou apaixonada! Pelas minhas descobertas perante a infinitude e plenitude da vida, pela Unidade com a mesma.
Estou apaixonada! Pelas minhas divagações, questionamentos e mesmo minhas neuroses.. pois são elas que me permitem ir mais a fundo dentro de mim mesma e encontrar minhas próprias respostas..
Estou apaixonada! Pela minha fome interior, meus anseios, minhas inquietações.. elas me movem em direção ao novo e assim vou trilhando caminhos desconhecidos e descobrindo fatos reveladores que me permitem enxergar um pouco mais a “minha verdade”..
Estou apaixonada! Pelas descobertas.. de todos os tipos.. do quanto não sabemos sobre a vida e sobre nós mesmos.. do quanto temos a aprender..
Estou apaixonada! Pelo fascínio que é o auto-conhecimento, e a busca da espiritualidade..
E sou muito feliz, por conseguir sentir desta maneira mesmo diante de provações.. e não desistir nem desanimar.. mas seguir em frente vendo a beleza de tudo isso e tirando maior proveito dessa escola que é o Viver!!
A vida fica mais viva, colorida e tem mais sentido..
Estou apaixonada! No sentido mais amplo da palavra.. maravilhada, extasiada, entregue a esta sensação..
Estou apaixonada! Pela vida e pelas belezas que tenho percebido e antes não observava ou não dava tanta atenção..
Estou apaixonada! Pelo presente que é a Natureza e pela abundância, mas que na correria do dia a dia, não desfrutamos..
Estou apaixonada! Pela sincronicidade da vida.. que cada dia mais me presenteia, trazendo à mim ou me movendo para mais perto do que almejo..
Estou apaixonada! Pela maneira como a vida me traz pessoas interessantes e ligadas a meus propósitos..
Estou apaixonada! Pela magia da vida!!!
Estou apaixonada! Por mim mesma! Pela pessoa que sou e que estou me tornando..
Estou apaixonada!!! Pela minha constante transformação..
Estou apaixonada! Pelas minhas descobertas perante a infinitude e plenitude da vida, pela Unidade com a mesma.
Estou apaixonada! Pelas minhas divagações, questionamentos e mesmo minhas neuroses.. pois são elas que me permitem ir mais a fundo dentro de mim mesma e encontrar minhas próprias respostas..
Estou apaixonada! Pela minha fome interior, meus anseios, minhas inquietações.. elas me movem em direção ao novo e assim vou trilhando caminhos desconhecidos e descobrindo fatos reveladores que me permitem enxergar um pouco mais a “minha verdade”..
Estou apaixonada! Pelas descobertas.. de todos os tipos.. do quanto não sabemos sobre a vida e sobre nós mesmos.. do quanto temos a aprender..
Estou apaixonada! Pelo fascínio que é o auto-conhecimento, e a busca da espiritualidade..
E sou muito feliz, por conseguir sentir desta maneira mesmo diante de provações.. e não desistir nem desanimar.. mas seguir em frente vendo a beleza de tudo isso e tirando maior proveito dessa escola que é o Viver!!
sábado, 6 de novembro de 2010
O Desfrute do Não Saber!
Sempre que nos embrenhamos numa nova jornada, não temos idéia do porvir.. Vamos tateando em um novo rumo, descobrindo se ele é ou não nosso caminho, ou se poderá vir a ser.. Só que neste momento, simplesmente desconhecemos..
Essa sensação muitas vezes para muitas pessoas pode gerar uma ansiedade infinita.. A indecisão (ir em frente ou não? Investir ou não?), o risco (aposto minha energia e meu tempo?), a indefinição (saber se vai alcançar o resultado pretendido).. Muitos “se” e nenhuma “afirmação”...
Ao mesmo tempo, se conseguirmos mudar o olhar diante destes fatos, poderemos ver a beleza de uma nova fase, de um novo projeto, do desenvolvimento de algo que decididamente não sabemos o resultado final, mas que seguramente daremos nosso melhor para alcançá-lo, e que nem sempre o sucesso da empreitada está em nossas mãos porque existem mil fatores coadjuvantes.
Porém, o sabor do aprendizado, o brilho de novas tentativas, a emoção de se desvencilhar de padrões limitadores e ter coragem de tentar, de inovar.. A certeza de uma transformação interior, de uma evolução como um ser.. Em contrapartida aos medos do incerto, dão a força necessária para marcharmos em direção a este novo mundo.. Com maior segurança e tirando proveito de todas as fases do processo.. Curtindo as etapas uma a uma sem pressa de saber o final.. Refletindo sobre os erros e acertos.. Sonhando com o objetivo que se almeja, fazendo planos e colocando-os em prática para conseguir atingi-lo..
Enfim, estar de olhos abertos e de mente limpa, sem idéias pré-concebidas para perceber as nuances de uma nova etapa.. E reconhecer que mesmo que não se chegue ao resultado esperado, não foi perda de tempo, mas sim experiência adquirida!
Essa sensação muitas vezes para muitas pessoas pode gerar uma ansiedade infinita.. A indecisão (ir em frente ou não? Investir ou não?), o risco (aposto minha energia e meu tempo?), a indefinição (saber se vai alcançar o resultado pretendido).. Muitos “se” e nenhuma “afirmação”...
Ao mesmo tempo, se conseguirmos mudar o olhar diante destes fatos, poderemos ver a beleza de uma nova fase, de um novo projeto, do desenvolvimento de algo que decididamente não sabemos o resultado final, mas que seguramente daremos nosso melhor para alcançá-lo, e que nem sempre o sucesso da empreitada está em nossas mãos porque existem mil fatores coadjuvantes.
Porém, o sabor do aprendizado, o brilho de novas tentativas, a emoção de se desvencilhar de padrões limitadores e ter coragem de tentar, de inovar.. A certeza de uma transformação interior, de uma evolução como um ser.. Em contrapartida aos medos do incerto, dão a força necessária para marcharmos em direção a este novo mundo.. Com maior segurança e tirando proveito de todas as fases do processo.. Curtindo as etapas uma a uma sem pressa de saber o final.. Refletindo sobre os erros e acertos.. Sonhando com o objetivo que se almeja, fazendo planos e colocando-os em prática para conseguir atingi-lo..
Enfim, estar de olhos abertos e de mente limpa, sem idéias pré-concebidas para perceber as nuances de uma nova etapa.. E reconhecer que mesmo que não se chegue ao resultado esperado, não foi perda de tempo, mas sim experiência adquirida!
domingo, 3 de outubro de 2010
Sou aquela!!
Sou aquela que se encanta com os pormenores da vida, com a beleza das flores, com o calor e o brilho do Sol...
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
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