quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sentimentalista ou Conectado?
Sentimentalismo é uma coisa. Saber ouvir o coração é outra..
Cada dia mais, quero viver em equilíbrio e dar a devida importância ao meu coração. Pois sendo “lógico” demais, acredito que perdemos o fio da meada. Cedo ou tarde, nos pegaremos completamente perdidos no meio do caminho, tentando descobrir onde foi que tomamos a direção errada. Quem somente se baseia no lógico e racional, não ouve seus instintos, sua intuição, perde a habilidade de se encantar com as coisas. Mata a melhor parte da vida, o que ela tem de mais belo.
Quem precisa encontrar uma razão, uma explicação para tudo, não percebe o quanto está amarrado na couraça mais torpe, o aprisionamento mental. Deixa passar oportunidades inimagináveis por não se permitir sair da mente. A mente que mente.
No mundo sutil, se vêem coisas impossíveis de serem vistas no mundo elementar.
A proposta aqui é, viver mais harmoniosamente de acordo com a natureza humana. Não teria sentido nascermos com tantos opcionais se não fosse para usá-los.
Afinal, o que aconteceu? Onde foi que nos desviamos da rota original e passamos a abrir um novo trajeto numa mata fechada?
Bem, não sei se ainda importa sabermos como chegamos a este ponto. O que realmente é essencial é voltarmos ao que nós somos. É olharmos para dentro e nos conectarmos ao nosso Eu interior. É lá que estão as soluções e não fora.
Tem um jargão que diz: “Quem olha para fora, sonha.. Quem olha para dentro, acorda!”
Escravizamos nosso coração, o trancafiamos numa prisão e o mantemos a pão e água. E depois não sabemos por que o mundo está desta forma. A guerra entre mente e coração, a mente que só mente está em disparada na frente. Enquanto isso, só nos resta a sensação de vazio.
É no meio que contém a sabedoria, não no topo. Fica o convite...
Cada dia mais, quero viver em equilíbrio e dar a devida importância ao meu coração. Pois sendo “lógico” demais, acredito que perdemos o fio da meada. Cedo ou tarde, nos pegaremos completamente perdidos no meio do caminho, tentando descobrir onde foi que tomamos a direção errada. Quem somente se baseia no lógico e racional, não ouve seus instintos, sua intuição, perde a habilidade de se encantar com as coisas. Mata a melhor parte da vida, o que ela tem de mais belo.
Quem precisa encontrar uma razão, uma explicação para tudo, não percebe o quanto está amarrado na couraça mais torpe, o aprisionamento mental. Deixa passar oportunidades inimagináveis por não se permitir sair da mente. A mente que mente.
No mundo sutil, se vêem coisas impossíveis de serem vistas no mundo elementar.
A proposta aqui é, viver mais harmoniosamente de acordo com a natureza humana. Não teria sentido nascermos com tantos opcionais se não fosse para usá-los.
Afinal, o que aconteceu? Onde foi que nos desviamos da rota original e passamos a abrir um novo trajeto numa mata fechada?
Bem, não sei se ainda importa sabermos como chegamos a este ponto. O que realmente é essencial é voltarmos ao que nós somos. É olharmos para dentro e nos conectarmos ao nosso Eu interior. É lá que estão as soluções e não fora.
Tem um jargão que diz: “Quem olha para fora, sonha.. Quem olha para dentro, acorda!”
Escravizamos nosso coração, o trancafiamos numa prisão e o mantemos a pão e água. E depois não sabemos por que o mundo está desta forma. A guerra entre mente e coração, a mente que só mente está em disparada na frente. Enquanto isso, só nos resta a sensação de vazio.
É no meio que contém a sabedoria, não no topo. Fica o convite...
quarta-feira, 17 de março de 2010
A Noite Escura d a Alma
Tem uma expressão que diz :
“Grande dúvida, grande iluminação.
Pequena dúvida, pequena iluminação.
Nenhuma dúvida, nenhuma iluminação.”
Quer dizer que precisamos chegar ao âmago da questão para iniciar nossa jornada espiritual. De fato, se nunca nos perguntarmos a que viemos, qual significado de tudo isso, quem sou eu, qual o propósito maior das dificuldades encontradas em nossas vidas, não daremos o pontapé inicial para trilhar este caminho.
Precisamos ter dúvida para rever os nossos conceitos, e quanto maior a dúvida, maior a chance de transformação. Quanto maior a retração, maior a expansão.
A partir deste momento, a dúvida e a Fé precisam ser companheiras íntimas, pois uma não sobreviverá sem a outra, precisam uma da outra para ir em frente. Esta Fé é a fé em si mesmo, Fé na Vida e no Universo, Fé para saber que toda turbulência que te espera tem um propósito maior, Fé para acreditar que existe uma luz no fim do túnel, Fé para atravessar a Noite Escura da Alma.
É exatamente neste ponto que reside a Noite Escura da Alma. É quando nos sentimos totalmente sós nessa caminhada, é quando nossa visão está nublada pela dúvida.. dúvida da direção tomada.. É quando nossa auto confiança está abalada, nossa Fé está se esvaindo, não conseguimos enxergar luz alguma.. E nessa hora, é a Grande Determinação que nos mantém no rumo, que nos segura.
Sem isso, não teremos força suficiente para concretizar esta jornada, pois é ela que não nos permitirá voltar a nossa zona de conforto, ao já conhecido mundo.
Nossa determinação é primordial, pois só podemos contar conosco para seguir adiante. Caso esperemos poder contar com o apoio alheio, acabaremos falhando. Se a nossa certeza interior não for suficiente, acabaremos falhando.
É ela que nos sustenta, que nos dá força para pensar que aconteça o que acontecer, não retrocederei por medo. Mesmo que ninguém entenda sobre o que estou falando, que caminho estou tomando!! Não vou desistir.
É provável que a vida nos exija uma entrega total, um abandono de todas as coisas que pensávamos que eram importantes. É a morte do Ego.
Na verdade isso se chama Libertação! É a morte dos condicionamentos, um convite a uma nova vida. É renascimento! Só que desta vez, nasceremos de nós mesmos..
Mas precisamos estar conscientes de que no meio da Noite Escura da Alma, passamos por uma fase de só enxergar as perdas, podemos então querer ceder às pressões, nos render, tentar voltar à harmonia conhecida anteriormente, voltar para aquele lugar que agora já se tornou estreito e que por pura ilusão pode-se pensar ser ainda mais confortável. É o comodismo gritando para ser ouvido e atendido!
Seria uma pena desistir neste momento, pois é quando a escuridão está se dissipando e o dia está prestes a amanhecer e se iluminar. Perderíamos todo este esforço há poucos passos da nova vida.
Mas é dentro de nós mesmos que temos que buscar a força para nos segurar até o raiar do sol. A mudança só pode ocorrer de dentro para fora..
Muitas vezes isso só acontece quando nos entregamos, paramos de resistir.. Deixamo-nos levar a um grande vazio por não saber mais como conduzir, o que pensar e como agir.
Se você ouve no seu coração a sua voz interior e ela lhe diz para continuar em frente, mantenha-se firme em seus propósitos! Certamente te conduzirão a luz do dia.. e você poderá olhar para trás e ver o quão escura foi a noite, mas que conseguiu atravessá-la!!
E terá um novo olhar perante a vida!!
“Grande dúvida, grande iluminação.
Pequena dúvida, pequena iluminação.
Nenhuma dúvida, nenhuma iluminação.”
Quer dizer que precisamos chegar ao âmago da questão para iniciar nossa jornada espiritual. De fato, se nunca nos perguntarmos a que viemos, qual significado de tudo isso, quem sou eu, qual o propósito maior das dificuldades encontradas em nossas vidas, não daremos o pontapé inicial para trilhar este caminho.
Precisamos ter dúvida para rever os nossos conceitos, e quanto maior a dúvida, maior a chance de transformação. Quanto maior a retração, maior a expansão.
A partir deste momento, a dúvida e a Fé precisam ser companheiras íntimas, pois uma não sobreviverá sem a outra, precisam uma da outra para ir em frente. Esta Fé é a fé em si mesmo, Fé na Vida e no Universo, Fé para saber que toda turbulência que te espera tem um propósito maior, Fé para acreditar que existe uma luz no fim do túnel, Fé para atravessar a Noite Escura da Alma.
É exatamente neste ponto que reside a Noite Escura da Alma. É quando nos sentimos totalmente sós nessa caminhada, é quando nossa visão está nublada pela dúvida.. dúvida da direção tomada.. É quando nossa auto confiança está abalada, nossa Fé está se esvaindo, não conseguimos enxergar luz alguma.. E nessa hora, é a Grande Determinação que nos mantém no rumo, que nos segura.
Sem isso, não teremos força suficiente para concretizar esta jornada, pois é ela que não nos permitirá voltar a nossa zona de conforto, ao já conhecido mundo.
Nossa determinação é primordial, pois só podemos contar conosco para seguir adiante. Caso esperemos poder contar com o apoio alheio, acabaremos falhando. Se a nossa certeza interior não for suficiente, acabaremos falhando.
É ela que nos sustenta, que nos dá força para pensar que aconteça o que acontecer, não retrocederei por medo. Mesmo que ninguém entenda sobre o que estou falando, que caminho estou tomando!! Não vou desistir.
É provável que a vida nos exija uma entrega total, um abandono de todas as coisas que pensávamos que eram importantes. É a morte do Ego.
Na verdade isso se chama Libertação! É a morte dos condicionamentos, um convite a uma nova vida. É renascimento! Só que desta vez, nasceremos de nós mesmos..
Mas precisamos estar conscientes de que no meio da Noite Escura da Alma, passamos por uma fase de só enxergar as perdas, podemos então querer ceder às pressões, nos render, tentar voltar à harmonia conhecida anteriormente, voltar para aquele lugar que agora já se tornou estreito e que por pura ilusão pode-se pensar ser ainda mais confortável. É o comodismo gritando para ser ouvido e atendido!
Seria uma pena desistir neste momento, pois é quando a escuridão está se dissipando e o dia está prestes a amanhecer e se iluminar. Perderíamos todo este esforço há poucos passos da nova vida.
Mas é dentro de nós mesmos que temos que buscar a força para nos segurar até o raiar do sol. A mudança só pode ocorrer de dentro para fora..
Muitas vezes isso só acontece quando nos entregamos, paramos de resistir.. Deixamo-nos levar a um grande vazio por não saber mais como conduzir, o que pensar e como agir.
Se você ouve no seu coração a sua voz interior e ela lhe diz para continuar em frente, mantenha-se firme em seus propósitos! Certamente te conduzirão a luz do dia.. e você poderá olhar para trás e ver o quão escura foi a noite, mas que conseguiu atravessá-la!!
E terá um novo olhar perante a vida!!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Áureos tempos de cegueira!
Quanto mais o tempo passa, mais aprendo que não sei nada sobre a vida.. E sobre mim..
Pensando retroativamente nos “áureos” tempos, anterior a consciência, chego a ter ímpetos de riso.. Áureos porque eu não tinha noção do que viria pela frente e do quanto eu teria que crescer como pessoa.
Obviamente não troco a visão pela ignorância, mas ah!! Até que é bom não sabermos o que se passa fora do nosso mundinho. Enquanto gira só ali ao nosso redor, não dói tanto. O problema consiste em quando ampliamos nossos horizontes e não podemos mais fazer de conta que não vislumbramos a amplitude do Universo.
A partir deste momento, sinto muito em relatar, mas não tem mais jeito mesmo. Sua vida mudará para sempre! Uma mudança radical para quem tem a coragem da entrega. Ou senão, ficará perambulando por entre estes dois mundos eternamente, e essa situação se tornará extremamente desagradável, dolorosa, e por fim, insustentável.
Pois não se consegue levar a vida mais da mesma maneira, de modo tão obtuso, sem um esforço muito grande. E esse esforço acaba esgotando as energias de quem tenta.
Bem, mas voltando a minha história. Antes eu imaginava que não haveria muita coisa que eu precisasse mudar em mim. Algumas características talvez fossem me melhorar, mas nada muito distante do meu “eu” condicionado. Mal sabia o que tinha por vir.
Eu pensava desta maneira porque era uma pessoa que sempre fazia tudo certinho. Era “politicamente correta”. Só falava o que os outros queriam ouvir, só fazia o que os outros esperavam que eu fizesse. Tudo de acordo, como manda o figurino.
Mas que chatice!
Não imaginava que meus condicionamentos eram meus limitantes. Na verdade nem sabia que eram condicionamentos, achava que aquilo tudo era uma realidade. Que a vida era para ser assim, assim era o certo. Então, não poderia fugir disso, nem cogitava a hipótese.
Ainda tenho vontade de rir...
Chega a ser patético!
Se eu soubesse que a vida poderia ser muito mais colorida do que meus olhos enxergavam!
Se eu soubesse que nem tudo precisa ser tão perfeito!
Se eu soubesse que não preciso ter uma razão lógica para todas minhas atitudes!
Se eu soubesse que não precisaria levar tudo tão a sério e poderia colocar mais graça nas situações difíceis!
Se eu soubesse... de tanta coisa antes!!
Teria sido bem mais interessante minha vida até aqui, mais leve.
Mas a grande questão é que finalmente eu descobri, e não importa em que ponto da minha vida. Porque sempre é tempo!
Não interessa em que momento de sua jornada você se dá conta. O que vale é não ignorar o chamado e partir imediatamente para a busca.
Que sirva como alerta! Quisera eu, que alguém houvesse me avisado antes... ou talvez tenham até tentado, mas eu ainda não tinha olhos para enxergar...
Pensando retroativamente nos “áureos” tempos, anterior a consciência, chego a ter ímpetos de riso.. Áureos porque eu não tinha noção do que viria pela frente e do quanto eu teria que crescer como pessoa.
Obviamente não troco a visão pela ignorância, mas ah!! Até que é bom não sabermos o que se passa fora do nosso mundinho. Enquanto gira só ali ao nosso redor, não dói tanto. O problema consiste em quando ampliamos nossos horizontes e não podemos mais fazer de conta que não vislumbramos a amplitude do Universo.
A partir deste momento, sinto muito em relatar, mas não tem mais jeito mesmo. Sua vida mudará para sempre! Uma mudança radical para quem tem a coragem da entrega. Ou senão, ficará perambulando por entre estes dois mundos eternamente, e essa situação se tornará extremamente desagradável, dolorosa, e por fim, insustentável.
Pois não se consegue levar a vida mais da mesma maneira, de modo tão obtuso, sem um esforço muito grande. E esse esforço acaba esgotando as energias de quem tenta.
Bem, mas voltando a minha história. Antes eu imaginava que não haveria muita coisa que eu precisasse mudar em mim. Algumas características talvez fossem me melhorar, mas nada muito distante do meu “eu” condicionado. Mal sabia o que tinha por vir.
Eu pensava desta maneira porque era uma pessoa que sempre fazia tudo certinho. Era “politicamente correta”. Só falava o que os outros queriam ouvir, só fazia o que os outros esperavam que eu fizesse. Tudo de acordo, como manda o figurino.
Mas que chatice!
Não imaginava que meus condicionamentos eram meus limitantes. Na verdade nem sabia que eram condicionamentos, achava que aquilo tudo era uma realidade. Que a vida era para ser assim, assim era o certo. Então, não poderia fugir disso, nem cogitava a hipótese.
Ainda tenho vontade de rir...
Chega a ser patético!
Se eu soubesse que a vida poderia ser muito mais colorida do que meus olhos enxergavam!
Se eu soubesse que nem tudo precisa ser tão perfeito!
Se eu soubesse que não preciso ter uma razão lógica para todas minhas atitudes!
Se eu soubesse que não precisaria levar tudo tão a sério e poderia colocar mais graça nas situações difíceis!
Se eu soubesse... de tanta coisa antes!!
Teria sido bem mais interessante minha vida até aqui, mais leve.
Mas a grande questão é que finalmente eu descobri, e não importa em que ponto da minha vida. Porque sempre é tempo!
Não interessa em que momento de sua jornada você se dá conta. O que vale é não ignorar o chamado e partir imediatamente para a busca.
Que sirva como alerta! Quisera eu, que alguém houvesse me avisado antes... ou talvez tenham até tentado, mas eu ainda não tinha olhos para enxergar...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O dom da paciência!
Sempre ouvi a frase “a paciência é a chave da alegria”, mas não entendia em sua totalidade o que ela significava.
Questionava-me o que poderia mudar com este dito tempo, em que só a paciência seria nossa companheira.
Mas realmente através dele, do tempo, aprendi algumas coisas. Por exemplo, que ela, a paciência, nos impede de fazer besteiras prematuras, no calor de um momento.
Em muitas ocasiões nos apressamos em resolver algo, quando não temos todos os elementos em nosso campo de visão. Então, o certo a fazer, é esperar que tudo se clareie.
Só que a outra face desta mesma moeda, é conseguir esperar as coisas acontecerem no seu devido tempo. Diversas vezes queremos que tudo aconteça para ontem. E aí entra o outro jargão: “O apressado come cru”.
Refletindo sobre este tema, tive que rir de mim mesma e foi o que me levou a começar este artigo.
Perdida em meus pensamentos, me peguei ponderando: quanto tempo será que vou levar para aprender a ser paciente?
E imediatamente me dei conta do absurdo que estava acontecendo. Pelo menos isso!!
Doce ingenuidade!
A ansiedade pode ser algo tão enraizada, que se não colocarmos atenção contínua nos pequenos pensamentos, detalhes nos passam despercebidos e ainda vamos em frente achando que estamos no caminho certo.
Que estamos seguindo nosso objetivo sem darmo-nos conta de que estamos na contramão.
Se simplesmente permitirmos embarcar em qualquer coisa que nos cruze o pensamento, sem fazermos uma análise do que passa pela nossa cabeça, continuaremos nessa rodaviva sem perceber.
Por isso é tão importante estar conectado com seu propósito para conseguir corrigir a tempo um desvio na rota.
E além de tudo, precisamos novamente da paciência. Mas desta vez, é para conosco mesmo.. Pois nem sempre conseguimos um resultado brilhante em curto tempo, isso pode ser uma lição para a vida toda!
Questionava-me o que poderia mudar com este dito tempo, em que só a paciência seria nossa companheira.
Mas realmente através dele, do tempo, aprendi algumas coisas. Por exemplo, que ela, a paciência, nos impede de fazer besteiras prematuras, no calor de um momento.
Em muitas ocasiões nos apressamos em resolver algo, quando não temos todos os elementos em nosso campo de visão. Então, o certo a fazer, é esperar que tudo se clareie.
Só que a outra face desta mesma moeda, é conseguir esperar as coisas acontecerem no seu devido tempo. Diversas vezes queremos que tudo aconteça para ontem. E aí entra o outro jargão: “O apressado come cru”.
Refletindo sobre este tema, tive que rir de mim mesma e foi o que me levou a começar este artigo.
Perdida em meus pensamentos, me peguei ponderando: quanto tempo será que vou levar para aprender a ser paciente?
E imediatamente me dei conta do absurdo que estava acontecendo. Pelo menos isso!!
Doce ingenuidade!
A ansiedade pode ser algo tão enraizada, que se não colocarmos atenção contínua nos pequenos pensamentos, detalhes nos passam despercebidos e ainda vamos em frente achando que estamos no caminho certo.
Que estamos seguindo nosso objetivo sem darmo-nos conta de que estamos na contramão.
Se simplesmente permitirmos embarcar em qualquer coisa que nos cruze o pensamento, sem fazermos uma análise do que passa pela nossa cabeça, continuaremos nessa rodaviva sem perceber.
Por isso é tão importante estar conectado com seu propósito para conseguir corrigir a tempo um desvio na rota.
E além de tudo, precisamos novamente da paciência. Mas desta vez, é para conosco mesmo.. Pois nem sempre conseguimos um resultado brilhante em curto tempo, isso pode ser uma lição para a vida toda!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Transformar-se!!
Algo curioso tem me chamado a atenção!
Noto que algumas pessoas costumam achar que outra visão de mundo, simplesmente acontece para certos indivíduos..
Como se nada tivessem feito para aquilo.. Ou como se já houvessem nascido assim.. Prontos!!
E segundo o título de um livro de um filósofo brasileiro, Mario Cortella: Não nascemos prontos!!! Construímo-nos ao longo da vida..
O que acontece, é que ninguém tem coragem de ir a fundo em suas próprias questões.. Evitam completamente entrar em si mesmos, e ver o que tem para limpar..porque é exatamente o que dói mais que precisamos mexer. Por isso é tão difícil e exige muita disposição para bancar esta situação.
Não se dispõem a tocar em certas feridas, conceitos, valores.. então se surpreendem com quem consegue ... mas não é a palavra certa.. na verdade pensam que estas pessoas são “sortudas” por terem uma cabeça diferente, uma visão não linear de mundo, por sofrerem menos... como se isso não fosse mérito próprio.. como se não tivessem passado pelo caos, ido ao fundo do poço muitas vezes, como todos os seres humanos.
Como se nunca tivessem encarado seus temores, lutado com eles, travado diversas batalhas durante períodos intermináveis e quase perdido a esperança em vários momentos..como se nunca tivessem negado várias situações até se darem por vencidos... Quando perceberam que a vida sempre ganha.. e precisamos aprender a aceitar e não lutar e nem se revoltar... mas felizes daqueles que conseguem transformar tudo isso em benção.. fazer algo com essas experiências e reinventar suas vidas.. Passam a um outro patamar... Conseguem a não identificação com os acontecimentos.. mas sem deixar de sentir.. só que a vida não tem a mesma carga, o mesmo peso..
Como diz uma máxima de um sábio a um discípulo : ‘Não queira chegar onde cheguei, sem passar pelo que passei..
Esta é a lição que temos que tomar consciência.. Para se chegar a algum lugar, precisamos estar dispostos a enfrentar o pacote completo.. as conseqüências de nossas escolhas e decisões.. ter a coragem de descer até não ter mais para onde ir.. sem isso, não há glória...
Não conseguiremos o bônus sem o ônus.. Não há transformação, sem muito trabalho interno e vale avisar que dura uma vida inteira...
Mas que vale a pena, ah!!! Isso vale..
Noto que algumas pessoas costumam achar que outra visão de mundo, simplesmente acontece para certos indivíduos..
Como se nada tivessem feito para aquilo.. Ou como se já houvessem nascido assim.. Prontos!!
E segundo o título de um livro de um filósofo brasileiro, Mario Cortella: Não nascemos prontos!!! Construímo-nos ao longo da vida..
O que acontece, é que ninguém tem coragem de ir a fundo em suas próprias questões.. Evitam completamente entrar em si mesmos, e ver o que tem para limpar..porque é exatamente o que dói mais que precisamos mexer. Por isso é tão difícil e exige muita disposição para bancar esta situação.
Não se dispõem a tocar em certas feridas, conceitos, valores.. então se surpreendem com quem consegue ... mas não é a palavra certa.. na verdade pensam que estas pessoas são “sortudas” por terem uma cabeça diferente, uma visão não linear de mundo, por sofrerem menos... como se isso não fosse mérito próprio.. como se não tivessem passado pelo caos, ido ao fundo do poço muitas vezes, como todos os seres humanos.
Como se nunca tivessem encarado seus temores, lutado com eles, travado diversas batalhas durante períodos intermináveis e quase perdido a esperança em vários momentos..como se nunca tivessem negado várias situações até se darem por vencidos... Quando perceberam que a vida sempre ganha.. e precisamos aprender a aceitar e não lutar e nem se revoltar... mas felizes daqueles que conseguem transformar tudo isso em benção.. fazer algo com essas experiências e reinventar suas vidas.. Passam a um outro patamar... Conseguem a não identificação com os acontecimentos.. mas sem deixar de sentir.. só que a vida não tem a mesma carga, o mesmo peso..
Como diz uma máxima de um sábio a um discípulo : ‘Não queira chegar onde cheguei, sem passar pelo que passei..
Esta é a lição que temos que tomar consciência.. Para se chegar a algum lugar, precisamos estar dispostos a enfrentar o pacote completo.. as conseqüências de nossas escolhas e decisões.. ter a coragem de descer até não ter mais para onde ir.. sem isso, não há glória...
Não conseguiremos o bônus sem o ônus.. Não há transformação, sem muito trabalho interno e vale avisar que dura uma vida inteira...
Mas que vale a pena, ah!!! Isso vale..
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Respostas para quem está atento!
Alguém neste planeta já não se viu numa encruzilhada e sentou em frente a ela para tentar decidir qual caminho tomar? E se pegou paralisado ali por um longo tempo, com medo de tomar qualquer rumo que fosse?
Mas o que é uma encruzilhada afinal?
É o lugar onde nos encontramos e sentimos que está estreito. É quando percebemos que não cabemos mais nos mesmos moldes. É quando reconhecemos que talvez devamos caminhar em outra direção.
Diante desta situação, podemos ter duas atitudes: ficar parados pensando mentalmente na melhor opção, analisando os riscos, ou, lançar-nos na direção que acreditamos ser a melhor naquele momento, mesmo que não tenha motivos externos para isto. Isto é, ir de acordo com o coração, intuição.
Quando se está pronto emocionalmente, escolhe-se andar rumo ao desconhecido a permanecer enclausurado.
Isso não nos exime da eterna pergunta que todos nos fazemos: será que tomei a decisão mais acertada? Será que não deveria ter ido para o outro lado?
Mas vale dizer, que sempre recebemos sinais que nos ajudarão nas decisões.. sinais claros e diretos.. Só que precisamos estar abertos, com a sensibilidade aflorada para perceber.
Se você for capaz de identificar os sinalizadores, não terá dúvida jamais de que tomou o caminho certo. Pois eles existem, para indicar-nos o rumo. E quem enxerga isso, não se arrepende, pois entende que observou os sinais e interagiu de acordo com eles. Então, não restará dúvida.
Tudo isso só fará sentido para quem vive de acordo com a interação, e não tentando controlar a vida.
Controle faz parte da escravidão, pois na liberdade segue-se o fluxo da vida.
Interação é ser ousado e explorar o que a vida nos traz, mesmo que isso seja totalmente inusitado, novo. É deixar-se levar pelas portas que ela abre, para ver o que tem lá dentro, mesmo sendo desconhecido. Podemos nos surpreender!!
Quem pensa que controla toda sua vida, não entende quando de repente se encontra em um lugar onde não escolheu estar, e sofre, se frustra. E a única maneira de lidarmos com isso sem nos sentirmos completamente perdidos nesta existência, é saber que o curso de nossa vida, não depende única e exclusivamente de nós. Tem algo maior que nos leva a certos caminhos.
Isto se chama “entrega”. Traduz-se como confiança na vida.
Mas o que é uma encruzilhada afinal?
É o lugar onde nos encontramos e sentimos que está estreito. É quando percebemos que não cabemos mais nos mesmos moldes. É quando reconhecemos que talvez devamos caminhar em outra direção.
Diante desta situação, podemos ter duas atitudes: ficar parados pensando mentalmente na melhor opção, analisando os riscos, ou, lançar-nos na direção que acreditamos ser a melhor naquele momento, mesmo que não tenha motivos externos para isto. Isto é, ir de acordo com o coração, intuição.
Quando se está pronto emocionalmente, escolhe-se andar rumo ao desconhecido a permanecer enclausurado.
Isso não nos exime da eterna pergunta que todos nos fazemos: será que tomei a decisão mais acertada? Será que não deveria ter ido para o outro lado?
Mas vale dizer, que sempre recebemos sinais que nos ajudarão nas decisões.. sinais claros e diretos.. Só que precisamos estar abertos, com a sensibilidade aflorada para perceber.
Se você for capaz de identificar os sinalizadores, não terá dúvida jamais de que tomou o caminho certo. Pois eles existem, para indicar-nos o rumo. E quem enxerga isso, não se arrepende, pois entende que observou os sinais e interagiu de acordo com eles. Então, não restará dúvida.
Tudo isso só fará sentido para quem vive de acordo com a interação, e não tentando controlar a vida.
Controle faz parte da escravidão, pois na liberdade segue-se o fluxo da vida.
Interação é ser ousado e explorar o que a vida nos traz, mesmo que isso seja totalmente inusitado, novo. É deixar-se levar pelas portas que ela abre, para ver o que tem lá dentro, mesmo sendo desconhecido. Podemos nos surpreender!!
Quem pensa que controla toda sua vida, não entende quando de repente se encontra em um lugar onde não escolheu estar, e sofre, se frustra. E a única maneira de lidarmos com isso sem nos sentirmos completamente perdidos nesta existência, é saber que o curso de nossa vida, não depende única e exclusivamente de nós. Tem algo maior que nos leva a certos caminhos.
Isto se chama “entrega”. Traduz-se como confiança na vida.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Quero viver!
Quero viver de acordo com o que está dentro de mim, em cada momento da minha vida, mesmo que isso signifique contradições em curtos espaços de tempo...
Quero viver plenamente todas as experiências que a vida me apresentar, sem ter que preocupar-me demais se é o certo ou errado, de acordo com velhos padrões de uma vida que já foi, mas não é mais...
Quero viver podendo desfrutar o sabor do que a vida tem a me oferecer em todas as fases da minha vida, sem julgamento mental, entregando-me totalmente de corpo e alma...
Quero viver de acordo com meu Caminho, cumprindo todas as etapas, compreendendo e aceitando o ônus das escolhas...
Quero viver sabendo que, mesmo que algumas vezes eu não tenha segurança na tomada de algumas decisões, eu não preciso me condenar por cometer algum equívoco, pois quem age está tentando acertar...
Quero viver o maior tempo possível longe da angústia, do medo, e da dúvida, mesmo sabendo que eles fazem parte da vida e de nossa jornada evolutiva, mas que caminhando sempre de acordo com meu coração, a presença deles não será uma constante.
Quero viver para me conhecer intimamente, desvendando todos os meus mistérios mais profundos e ocultos, porque somente desta forma teremos possibilidade de conquistar paz e plenitude interior.
Quero viver sendo eu mesma todos os dias, todas as horas, todos os minutos da minha existência terrena, porque só assim cumprirei minha missão nesta vida.
Quero viver para transformar-me quantas vezes forem necessárias, até que me torne um ser humano de verdade, digno de alcançar outro patamar em minha evolução pessoal.
Quero é viver deliciosamente enquanto for me dada a chance, porque isso todos temos, mas só alguns conseguem aproveitá-la!!
Quero viver plenamente todas as experiências que a vida me apresentar, sem ter que preocupar-me demais se é o certo ou errado, de acordo com velhos padrões de uma vida que já foi, mas não é mais...
Quero viver podendo desfrutar o sabor do que a vida tem a me oferecer em todas as fases da minha vida, sem julgamento mental, entregando-me totalmente de corpo e alma...
Quero viver de acordo com meu Caminho, cumprindo todas as etapas, compreendendo e aceitando o ônus das escolhas...
Quero viver sabendo que, mesmo que algumas vezes eu não tenha segurança na tomada de algumas decisões, eu não preciso me condenar por cometer algum equívoco, pois quem age está tentando acertar...
Quero viver o maior tempo possível longe da angústia, do medo, e da dúvida, mesmo sabendo que eles fazem parte da vida e de nossa jornada evolutiva, mas que caminhando sempre de acordo com meu coração, a presença deles não será uma constante.
Quero viver para me conhecer intimamente, desvendando todos os meus mistérios mais profundos e ocultos, porque somente desta forma teremos possibilidade de conquistar paz e plenitude interior.
Quero viver sendo eu mesma todos os dias, todas as horas, todos os minutos da minha existência terrena, porque só assim cumprirei minha missão nesta vida.
Quero viver para transformar-me quantas vezes forem necessárias, até que me torne um ser humano de verdade, digno de alcançar outro patamar em minha evolução pessoal.
Quero é viver deliciosamente enquanto for me dada a chance, porque isso todos temos, mas só alguns conseguem aproveitá-la!!
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