domingo, 3 de outubro de 2010
Sou aquela!!
Sou aquela que se encanta com os pormenores da vida, com a beleza das flores, com o calor e o brilho do Sol...
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
Mas também sou aquela, que de repente me pego perdida nos pensamentos mais rasos, preocupada com as pequenezas do cotidiano...
Sou aquela que vê diante de si, um futuro brilhante com potencial infinito a explorar, mil coisas a descobrir, milhares de mundos a desbravar...
Mas também sou aquela, que de repente como num passe de mágica, vai ao oposto destes mesmos pensamentos. A que não confia em si e na vida, que acha que não conseguirá cumprir nada do planejado, almejado e acabará se dando mal em qualquer tentativa fora do convencional. Aquela que crê que o mundo novo, nada tem a oferecer, e só o que pode fazer é te devorar...
Sou aquela que não consegue conter o entusiasmo mediante as novas perspectivas...
Mas também sou aquela que se prostra e se deixa abater frente à mesma possibilidade, deixa o medo tomar conta completamente...
Sou aquela em que a inquietação é crescente e serve como impulso para reinventar a vida, como combustível para continuar seguindo em frente...
Mas também sou aquela que se angustia com a mesma inquietação, pois não consegue relaxar perante a vida...
Enfim, sou todas elas! Todas as faces de uma mesma pessoa e de qualquer pessoa...
Mas cabe a nós decidirmos, qual delas é a vencedora, qual delas é a que nos domina...
Quais destas nossas facetas alimentamos a maior parte do tempo? E dependendo disso, saberemos que tipo de pessoa somos...
As do tipo que apesar do medo vão em frente por seus sonhos, ou as do tipo que preferem nem arriscar aprisionadas pelo próprio medo?
Cada um que se analise e faça sua própria escolha!!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Sentir por sentir !
Este tal de “sentir” muitas vezes se torna uma complicação em nossas vidas.. pelo menos para quem em uma análise mais profunda, não se permite sentir o que está sentindo..
Parece até estranho ouvir isso, mas é algo que acontece..
A confusão entre coração e mente é mais freqüente do que imaginamos.. Quando sentimos algo que não está de acordo com algum padrão mental convencionado, sem dó nem piedade começamos um martírio solitário..
Nos cobramos por sentir o que não queremos, e não sentir o que achamos que devemos..
Infelizmente ou felizmente não comandamos nossos sentimentos, por mais que tentemos.. Vontade não se fabrica.. Estamos à mercê de coisas que não entendemos de onde vem e nem por que.. Seria uma sabedoria intrínseca e nata que desconhecemos?
Que talvez saiba para onde devamos ir e nos leva de alguma forma para o nosso caminho através dos sentimentos, quando estamos tão obscurecidos pelas distrações que não nos ouvimos? E sem a interferência da nossa mente que, muitas vezes insana, nos atrapalha, lendo só o que está claro em sua frente.. Ou mais que isso, analisa e toma decisões baseado somente em crenças aprendidas, sem ver mais além... além do que os olhos podem enxergar..
Por que lutamos tanto? Lutamos contra nossos próprios sentimentos e vontades.. Por crer que “deveríamos” almejar outras coisas.. e não as que almejamos..
Quando pararemos de nos cobrar? Quando aceitaremos nossa condição de seres individuais que tem histórias completamente diferentes de outros e que cada um é um, com plano de vida intransferível?
Quem sabe, a partir deste momento, e quando passarmos a nos conhecer melhor, nos daremos conta que nada está errado na vida.. Mesmo o que parece momentaneamente estar.. Tudo o que nos acontece, sempre é para nosso crescimento e aprendizado, mas receio que só enxergue isso quem está atento..
Atento aos ensinamentos da vida, aberto ao aprendizado e mais que tudo, atento a si mesmo!
Parece até estranho ouvir isso, mas é algo que acontece..
A confusão entre coração e mente é mais freqüente do que imaginamos.. Quando sentimos algo que não está de acordo com algum padrão mental convencionado, sem dó nem piedade começamos um martírio solitário..
Nos cobramos por sentir o que não queremos, e não sentir o que achamos que devemos..
Infelizmente ou felizmente não comandamos nossos sentimentos, por mais que tentemos.. Vontade não se fabrica.. Estamos à mercê de coisas que não entendemos de onde vem e nem por que.. Seria uma sabedoria intrínseca e nata que desconhecemos?
Que talvez saiba para onde devamos ir e nos leva de alguma forma para o nosso caminho através dos sentimentos, quando estamos tão obscurecidos pelas distrações que não nos ouvimos? E sem a interferência da nossa mente que, muitas vezes insana, nos atrapalha, lendo só o que está claro em sua frente.. Ou mais que isso, analisa e toma decisões baseado somente em crenças aprendidas, sem ver mais além... além do que os olhos podem enxergar..
Por que lutamos tanto? Lutamos contra nossos próprios sentimentos e vontades.. Por crer que “deveríamos” almejar outras coisas.. e não as que almejamos..
Quando pararemos de nos cobrar? Quando aceitaremos nossa condição de seres individuais que tem histórias completamente diferentes de outros e que cada um é um, com plano de vida intransferível?
Quem sabe, a partir deste momento, e quando passarmos a nos conhecer melhor, nos daremos conta que nada está errado na vida.. Mesmo o que parece momentaneamente estar.. Tudo o que nos acontece, sempre é para nosso crescimento e aprendizado, mas receio que só enxergue isso quem está atento..
Atento aos ensinamentos da vida, aberto ao aprendizado e mais que tudo, atento a si mesmo!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Em nome do Amor ou do Conforto?
Em nome de que as pessoas continuam vivendo uma vida que não querem? Que não as satisfaz mais?
Essa pergunta tira meu sossego e acredito que não somente meu.
A maioria das pessoas costuma dizer que em nome da família, ou do amor ou qualquer outra desculpa que lhes vier à mente para justificar a falta de coragem de reavaliar suas vidas. Mas penso que é mais simples que isso.
Não seria em nome do conforto? Mas não considere só conforto material, mas também conforto emocional, ou melhor, falsa sensação de conforto emocional momentâneo, porque em longo prazo, o preço da não reavaliação ou não ação pode não ser mensurável.
Suas vidas podem ser devastadas, por se tornarem vazias, sem um propósito maior, algo que lhes satisfaça, perdem o gosto pelas coisas, perdem a vida.
Mas parece que ninguém se dá conta deste fato, ou ficam confusas brigando para não aceitar a realidade, ou ainda não é motivo suficiente para entrarem em contato com suas reais necessidades, porque de alguma maneira, acreditam que estão na vida certa, como “deve ser”. De alguma maneira, crêem que deveriam estar satisfeitos com tudo o que tem, mas não estão. E culpam-se por isso. E manter-se nisso, é até uma espécie de punição por achar que nunca estão contentes com o que lhes deveria fazer felizes. Alguns têm tudo o que é considerado suficiente ou até muito mais que suficiente para sentirem-se plenos, mas não é bem assim que a vida acontece.. antes fosse.
Não existe uma fórmula pronta ou comprável para se obter o que se precisa para sermos felizes, nos sentirmos realizados.. a não ser a construção diária disso por parte de cada um.. é aí que mora nosso aprendizado, nossa evolução como ser humano.
Mas como não recebemos da vida um manual de explicação e instrução quando nascemos, e a menos que alguém nos ensine muito claramente isso (o que é bem difícil acontecer), temos que descobrir sozinhos ao longo do caminho (às vezes percorrendo caminhos errados, às vezes acertando) que a vida que queremos, que nos preenche, depende tão somente de a construirmos. E que essa parte não é exatamente fácil ou indolor, mas que vale muito a pena, pois ela será do nosso tamanho.. do tamanho de nossas convicções, da nossa clareza de visão da vida, de nossa coragem, de nossos valores, da nossa capacidade de ir em busca de nós mesmos, da nossa persistência e de nosso poder de realização.
E acaba tornando-se uma eterna escolha... levar uma vida confortável ou construir uma vida realizada e feliz!
Essa pergunta tira meu sossego e acredito que não somente meu.
A maioria das pessoas costuma dizer que em nome da família, ou do amor ou qualquer outra desculpa que lhes vier à mente para justificar a falta de coragem de reavaliar suas vidas. Mas penso que é mais simples que isso.
Não seria em nome do conforto? Mas não considere só conforto material, mas também conforto emocional, ou melhor, falsa sensação de conforto emocional momentâneo, porque em longo prazo, o preço da não reavaliação ou não ação pode não ser mensurável.
Suas vidas podem ser devastadas, por se tornarem vazias, sem um propósito maior, algo que lhes satisfaça, perdem o gosto pelas coisas, perdem a vida.
Mas parece que ninguém se dá conta deste fato, ou ficam confusas brigando para não aceitar a realidade, ou ainda não é motivo suficiente para entrarem em contato com suas reais necessidades, porque de alguma maneira, acreditam que estão na vida certa, como “deve ser”. De alguma maneira, crêem que deveriam estar satisfeitos com tudo o que tem, mas não estão. E culpam-se por isso. E manter-se nisso, é até uma espécie de punição por achar que nunca estão contentes com o que lhes deveria fazer felizes. Alguns têm tudo o que é considerado suficiente ou até muito mais que suficiente para sentirem-se plenos, mas não é bem assim que a vida acontece.. antes fosse.
Não existe uma fórmula pronta ou comprável para se obter o que se precisa para sermos felizes, nos sentirmos realizados.. a não ser a construção diária disso por parte de cada um.. é aí que mora nosso aprendizado, nossa evolução como ser humano.
Mas como não recebemos da vida um manual de explicação e instrução quando nascemos, e a menos que alguém nos ensine muito claramente isso (o que é bem difícil acontecer), temos que descobrir sozinhos ao longo do caminho (às vezes percorrendo caminhos errados, às vezes acertando) que a vida que queremos, que nos preenche, depende tão somente de a construirmos. E que essa parte não é exatamente fácil ou indolor, mas que vale muito a pena, pois ela será do nosso tamanho.. do tamanho de nossas convicções, da nossa clareza de visão da vida, de nossa coragem, de nossos valores, da nossa capacidade de ir em busca de nós mesmos, da nossa persistência e de nosso poder de realização.
E acaba tornando-se uma eterna escolha... levar uma vida confortável ou construir uma vida realizada e feliz!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Busca
A busca eterna, é a busca de si mesmo!
Quando se pensa em “Busca” acreditamos que tenha algo no final ao qual vamos alcançar... mas aprendemos com as experiências da vida, que provavelmente não há uma recompensa na chegada.. talvez porque não haja chegada a lugar algum, a não ser dentro de nós mesmos..
A busca essencial, é a busca de si mesmo!
Descobrir-se , conhecer-se, entender-se, aceitar-se inteiramente – tanto nossa luz quanto a escuridão - sem querer escondê-la por achar que não deveria existir.. mas acolhê-la, pois quando é aceita começa a iluminar-se..
Perdemo-nos muitas vezes nessa caminhada, buscando alguma resposta, sem questionar-nos a fundo sobre a pergunta.. O que queremos obter? E onde podemos encontrar? Não estaríamos procurando no local errado? Talvez fora, externamente quando a verdade só pode estar dentro? Com uma velocidade não própria, que o mundo nos impõe, quando nossa alma requer calma e tempo para ser desvendada?
Estaremos dispostos a pagar o preço dessa investigação?
A busca real, é a busca de si mesmo!
Desfazer-se de todo conteúdo adquirido e nascer de si mesmo.. tornar-se uma pessoa com valores próprios.. e únicos.. baseado em suas experiências e conceitos e não alheios.. reinventar-se..
A transgressão é fundamental nesta fase, sem ela não alcançamos novos patamares, não voamos em céus desconhecidos..
A transgressão é que nos move.. nos transforma e nos faz crescer.
Confrontar-se, às vezes é necessário.. Superar-se é imprescindível.
Quando se pensa em “Busca” acreditamos que tenha algo no final ao qual vamos alcançar... mas aprendemos com as experiências da vida, que provavelmente não há uma recompensa na chegada.. talvez porque não haja chegada a lugar algum, a não ser dentro de nós mesmos..
A busca essencial, é a busca de si mesmo!
Descobrir-se , conhecer-se, entender-se, aceitar-se inteiramente – tanto nossa luz quanto a escuridão - sem querer escondê-la por achar que não deveria existir.. mas acolhê-la, pois quando é aceita começa a iluminar-se..
Perdemo-nos muitas vezes nessa caminhada, buscando alguma resposta, sem questionar-nos a fundo sobre a pergunta.. O que queremos obter? E onde podemos encontrar? Não estaríamos procurando no local errado? Talvez fora, externamente quando a verdade só pode estar dentro? Com uma velocidade não própria, que o mundo nos impõe, quando nossa alma requer calma e tempo para ser desvendada?
Estaremos dispostos a pagar o preço dessa investigação?
A busca real, é a busca de si mesmo!
Desfazer-se de todo conteúdo adquirido e nascer de si mesmo.. tornar-se uma pessoa com valores próprios.. e únicos.. baseado em suas experiências e conceitos e não alheios.. reinventar-se..
A transgressão é fundamental nesta fase, sem ela não alcançamos novos patamares, não voamos em céus desconhecidos..
A transgressão é que nos move.. nos transforma e nos faz crescer.
Confrontar-se, às vezes é necessário.. Superar-se é imprescindível.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Divinas Provações!
Podemos tomar os obstáculos ou entraves na vida como um bom motivo para voltar à velha zona de conforto!
Começa a se tornar tão difícil suportar uma nova situação, que podemos nos surpreender pensando se todo o esforço vale a pena. Se toda dificuldade não é um sinal de que não estamos no caminho certo.. Que devemos retornar.. Afinal, esse seria o mais fácil, e mais compreensível às mentes lineares.
Mas ao mesmo tempo, podemos ser menos obtusos, ir mais além.. Ampliando nossos horizontes, e fazendo outra análise perante aos fatos..
Podemos tornar as barreiras como impulso para sairmos desta mesma situação o mais rápido possível.. Tomarmos as rédeas de nossas vidas e fazermos algo para chegar onde desejamos.. Sabendo que todas as intempéries são provações para demonstrarmos nossa força interior, reafirmarmos nossos propósitos e mostrar que não deixamos cair tudo por terra no primeiro muro que encontrarmos e acharmos alto demais para nossa escalada.
Transpor esse muro é só para quem acredita que pode! Quem não se deixa acuar, não se amedronta pelo tamanho dele!
É para quem não perde de vista o objetivo de sua vida, embora por muitas vezes a vida nos conduza por caminhos tão sinuosos e nublados que podemos perder contato com ele por um tempo, nos sentir desconectados ou questionar seu propósito, mas voltamos a enxergá-lo assim que nos acalmamos e tiramos o véu da inconsciência..
Parece às vezes, que nos valemos de qualquer impedimento para retomar as velhas dores.. com medo das novas e desconhecidas.. pois essas não sabemos lidar ainda.. não as dominamos..
O domínio do ego é algo que merece atenção contínua, permanente!! Ao mínimo descuido, embarcamos nas desculpas criadas por ele e quando nos damos conta já estamos totalmente convencidos de que é a mais pura verdade e estamos prontos para darmos um passo atrás em busca do conforto.
Mas deve-se considerar que nem sempre a questão é esta, de voltar ao comodismo!
Muitas vezes pode ser necessária uma reavaliação para correção do rumo, um questionamento consciente, mantendo-se atento as reais intenções (e não somente para aplacar o medo, culpa, ou por preguiça emocional de enfrentar as tribulações) .. É muito válido e próprio!
A questão é: será que conseguimos ser sempre tão “atentos”?? A ponto de perceber quando são manipulações de ego ou quando são sentimentos reais?
Quão alertas precisamos estar ininterruptamente para diferenciarmos um do outro?
A princípio, cada qual tem que buscar a sua resposta.. se assim lhe convir .. mas creio que seja na medida da vontade de cada um!!
Começa a se tornar tão difícil suportar uma nova situação, que podemos nos surpreender pensando se todo o esforço vale a pena. Se toda dificuldade não é um sinal de que não estamos no caminho certo.. Que devemos retornar.. Afinal, esse seria o mais fácil, e mais compreensível às mentes lineares.
Mas ao mesmo tempo, podemos ser menos obtusos, ir mais além.. Ampliando nossos horizontes, e fazendo outra análise perante aos fatos..
Podemos tornar as barreiras como impulso para sairmos desta mesma situação o mais rápido possível.. Tomarmos as rédeas de nossas vidas e fazermos algo para chegar onde desejamos.. Sabendo que todas as intempéries são provações para demonstrarmos nossa força interior, reafirmarmos nossos propósitos e mostrar que não deixamos cair tudo por terra no primeiro muro que encontrarmos e acharmos alto demais para nossa escalada.
Transpor esse muro é só para quem acredita que pode! Quem não se deixa acuar, não se amedronta pelo tamanho dele!
É para quem não perde de vista o objetivo de sua vida, embora por muitas vezes a vida nos conduza por caminhos tão sinuosos e nublados que podemos perder contato com ele por um tempo, nos sentir desconectados ou questionar seu propósito, mas voltamos a enxergá-lo assim que nos acalmamos e tiramos o véu da inconsciência..
Parece às vezes, que nos valemos de qualquer impedimento para retomar as velhas dores.. com medo das novas e desconhecidas.. pois essas não sabemos lidar ainda.. não as dominamos..
O domínio do ego é algo que merece atenção contínua, permanente!! Ao mínimo descuido, embarcamos nas desculpas criadas por ele e quando nos damos conta já estamos totalmente convencidos de que é a mais pura verdade e estamos prontos para darmos um passo atrás em busca do conforto.
Mas deve-se considerar que nem sempre a questão é esta, de voltar ao comodismo!
Muitas vezes pode ser necessária uma reavaliação para correção do rumo, um questionamento consciente, mantendo-se atento as reais intenções (e não somente para aplacar o medo, culpa, ou por preguiça emocional de enfrentar as tribulações) .. É muito válido e próprio!
A questão é: será que conseguimos ser sempre tão “atentos”?? A ponto de perceber quando são manipulações de ego ou quando são sentimentos reais?
Quão alertas precisamos estar ininterruptamente para diferenciarmos um do outro?
A princípio, cada qual tem que buscar a sua resposta.. se assim lhe convir .. mas creio que seja na medida da vontade de cada um!!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Coisas para se pensar!
Nossa vida é feita de escolhas, não podemos esquecer disso jamais.
A decisão está sempre em nossas mãos, por mais que muitas vezes tentemos empurrar esta responsabilidade para outras pessoas.
Assim que passamos a ter consciência deste fato e nos responsabilizamos 100% por nossas vidas, damos um salto significativo rumo à evolução.
Cada um de nós tem o dever de cumprir a “sua” jornada e ninguém pode fazer a do outro nem pelo outro.
Tendo isso em mente, decidimos como encarar as situações em que a vida nos coloca.
Podemos ser vítimas do mundo ou
Podemos ser guerreiros em prova, conscientes de que cada batalha nos tornará mais fortes e maduros e encará-las com alegria de viver.
A maneira como você encara a vida mostra quem você é!
Gostaria de compartilhar um conto da Antiguidade contada pelos sábios:
“Temos 2 cães dentro de nós: um bravo e violento, outro dócil e manso.
Qual é o mais forte?
Aquele o qual alimentarmos !!!!
Haverá sempre um embate dentro de nós, estabelecido entre problema e solução. Vencerá aquele que decidirmos alimentar.”
Não perca isso de vista...
Viva a vida intensamente, aproveite cada momento!
Abra os olhos e fique atento.
Pois a vida acontece aí fora todo o tempo enquanto a maioria de nós está dormindo, ou está distraído
Nunca perca o sopro de vida, ele que nos mantém. A vitalidade é essencial.
Ela é nosso combustível, no sentido de ter entusiasmo pelas coisas, pela vida.
Simplesmente respirar, mas sem se encantar com a beleza da vida, é estar morto sem dar-se conta.. É morrer por dentro, que é a pior das mortes!
Quando te sentires confuso, triste, deprimido ou qualquer sentimento que considerares que tire o brilho de viver pergunte-se:
Qual minha crença? E analise essa crença que te faz sentir daquela forma. Porque provavelmente ela é uma crença mesmo e não a realidade.
Naturalmente a vida flui, é perfeito. Não existe erro!!
Mas são nossas crenças equivocadas que nos impedem de ir adiante.
Questione sempre seus padrões e condicionamentos, nem que seja para mantê-los por mais um tempo.
Mas investigue. Não viva com valores ultrapassados por medo de ter que reformular sua vida.
O medo só nos paralisa.
As mudanças nos devolvem energia e nos fazem dar um passo adiante.
Pois só assim, a vida vale a pena!
A decisão está sempre em nossas mãos, por mais que muitas vezes tentemos empurrar esta responsabilidade para outras pessoas.
Assim que passamos a ter consciência deste fato e nos responsabilizamos 100% por nossas vidas, damos um salto significativo rumo à evolução.
Cada um de nós tem o dever de cumprir a “sua” jornada e ninguém pode fazer a do outro nem pelo outro.
Tendo isso em mente, decidimos como encarar as situações em que a vida nos coloca.
Podemos ser vítimas do mundo ou
Podemos ser guerreiros em prova, conscientes de que cada batalha nos tornará mais fortes e maduros e encará-las com alegria de viver.
A maneira como você encara a vida mostra quem você é!
Gostaria de compartilhar um conto da Antiguidade contada pelos sábios:
“Temos 2 cães dentro de nós: um bravo e violento, outro dócil e manso.
Qual é o mais forte?
Aquele o qual alimentarmos !!!!
Haverá sempre um embate dentro de nós, estabelecido entre problema e solução. Vencerá aquele que decidirmos alimentar.”
Não perca isso de vista...
Viva a vida intensamente, aproveite cada momento!
Abra os olhos e fique atento.
Pois a vida acontece aí fora todo o tempo enquanto a maioria de nós está dormindo, ou está distraído
Nunca perca o sopro de vida, ele que nos mantém. A vitalidade é essencial.
Ela é nosso combustível, no sentido de ter entusiasmo pelas coisas, pela vida.
Simplesmente respirar, mas sem se encantar com a beleza da vida, é estar morto sem dar-se conta.. É morrer por dentro, que é a pior das mortes!
Quando te sentires confuso, triste, deprimido ou qualquer sentimento que considerares que tire o brilho de viver pergunte-se:
Qual minha crença? E analise essa crença que te faz sentir daquela forma. Porque provavelmente ela é uma crença mesmo e não a realidade.
Naturalmente a vida flui, é perfeito. Não existe erro!!
Mas são nossas crenças equivocadas que nos impedem de ir adiante.
Questione sempre seus padrões e condicionamentos, nem que seja para mantê-los por mais um tempo.
Mas investigue. Não viva com valores ultrapassados por medo de ter que reformular sua vida.
O medo só nos paralisa.
As mudanças nos devolvem energia e nos fazem dar um passo adiante.
Pois só assim, a vida vale a pena!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sentimentalista ou Conectado?
Sentimentalismo é uma coisa. Saber ouvir o coração é outra..
Cada dia mais, quero viver em equilíbrio e dar a devida importância ao meu coração. Pois sendo “lógico” demais, acredito que perdemos o fio da meada. Cedo ou tarde, nos pegaremos completamente perdidos no meio do caminho, tentando descobrir onde foi que tomamos a direção errada. Quem somente se baseia no lógico e racional, não ouve seus instintos, sua intuição, perde a habilidade de se encantar com as coisas. Mata a melhor parte da vida, o que ela tem de mais belo.
Quem precisa encontrar uma razão, uma explicação para tudo, não percebe o quanto está amarrado na couraça mais torpe, o aprisionamento mental. Deixa passar oportunidades inimagináveis por não se permitir sair da mente. A mente que mente.
No mundo sutil, se vêem coisas impossíveis de serem vistas no mundo elementar.
A proposta aqui é, viver mais harmoniosamente de acordo com a natureza humana. Não teria sentido nascermos com tantos opcionais se não fosse para usá-los.
Afinal, o que aconteceu? Onde foi que nos desviamos da rota original e passamos a abrir um novo trajeto numa mata fechada?
Bem, não sei se ainda importa sabermos como chegamos a este ponto. O que realmente é essencial é voltarmos ao que nós somos. É olharmos para dentro e nos conectarmos ao nosso Eu interior. É lá que estão as soluções e não fora.
Tem um jargão que diz: “Quem olha para fora, sonha.. Quem olha para dentro, acorda!”
Escravizamos nosso coração, o trancafiamos numa prisão e o mantemos a pão e água. E depois não sabemos por que o mundo está desta forma. A guerra entre mente e coração, a mente que só mente está em disparada na frente. Enquanto isso, só nos resta a sensação de vazio.
É no meio que contém a sabedoria, não no topo. Fica o convite...
Cada dia mais, quero viver em equilíbrio e dar a devida importância ao meu coração. Pois sendo “lógico” demais, acredito que perdemos o fio da meada. Cedo ou tarde, nos pegaremos completamente perdidos no meio do caminho, tentando descobrir onde foi que tomamos a direção errada. Quem somente se baseia no lógico e racional, não ouve seus instintos, sua intuição, perde a habilidade de se encantar com as coisas. Mata a melhor parte da vida, o que ela tem de mais belo.
Quem precisa encontrar uma razão, uma explicação para tudo, não percebe o quanto está amarrado na couraça mais torpe, o aprisionamento mental. Deixa passar oportunidades inimagináveis por não se permitir sair da mente. A mente que mente.
No mundo sutil, se vêem coisas impossíveis de serem vistas no mundo elementar.
A proposta aqui é, viver mais harmoniosamente de acordo com a natureza humana. Não teria sentido nascermos com tantos opcionais se não fosse para usá-los.
Afinal, o que aconteceu? Onde foi que nos desviamos da rota original e passamos a abrir um novo trajeto numa mata fechada?
Bem, não sei se ainda importa sabermos como chegamos a este ponto. O que realmente é essencial é voltarmos ao que nós somos. É olharmos para dentro e nos conectarmos ao nosso Eu interior. É lá que estão as soluções e não fora.
Tem um jargão que diz: “Quem olha para fora, sonha.. Quem olha para dentro, acorda!”
Escravizamos nosso coração, o trancafiamos numa prisão e o mantemos a pão e água. E depois não sabemos por que o mundo está desta forma. A guerra entre mente e coração, a mente que só mente está em disparada na frente. Enquanto isso, só nos resta a sensação de vazio.
É no meio que contém a sabedoria, não no topo. Fica o convite...
Assinar:
Postagens (Atom)